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Curso Afro-Pará

EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

sexta-feira, 8 de março de 2013

Artistas de terreiro expõem obras em galeria de Belém

Cultura afro-religiosa é a base de inspiração para os artistas.

Universo da cultura afro-religiosa brasileira serve de inspiração para a produção dos artistas.  (Foto: Divulgação/FCPTN) 
Universo da cultura afro-religiosa brasileira serve de inspiração para a produção dos artistas. (Foto: Divulgação/FCPTN)
Serviço: Exposição ”Nós de Aruanda: artistas de terreiro” na Galeria Theodoro Braga, em Belém. A visitação pode ser feita de 11 a 22 de março, das 9h às 19h. Entrada gratuita. Mais informações: (91) 3202-4313.

A Galeria Theodoro Braga, localizada no prédio do Centur, em Belém receber a exposição ”Nós de Aruanda: artistas de terreiro” a partir da próxima sexta-feira (08), às 19h. O público poderá conferir as expressões artísticas dos convidados entre os dias 11 e 22 de março, de 9h às 19h. A entrada é gratuita.
A exposição coletiva é uma ação do Grupo de Estudos e Pesquisa “Roda de Axé” da Universidade Federal do Pará (UFPA). “Nós de Aruanda” é uma homenagem à memória da luta de Dona Rosa Viveiros, também conhecida como "Nochê Navanakoly", ou Mãe Doca, negra que apenas três anos após a abolição da escravatura enfrentou o racismo e inaugurou seu Terreiro de Tambor de Mina na capital paraense.
Dentre os expositores está a artista Ysa Motta que retrata em suas telas temas afro-religiosos. No lugar de tintas, ela usa tecidos para se expressar, misturando técnicas de costura e a utilização de materiais reaproveitáveis. “O terreiro sempre me trouxe a inspiração de que preciso, lá eu sinto toda a energia necessária para fazer minhas bolsas e quadros”, diz Ysa.
Outra novidade da exposição é o trabalho de performance de Alan Fonseca intitulado “Diabolus”, que tocará música eletrônica produzida por ele mesmo, misturando a música erudita e a contemporânea. “Diabolus” ou o “som do diabo” é uma referência  ao “trítono”, um som dissonante obtido quando determinadas notas são tocadas simultaneamente. O apelido "som do diabo" nasceu ainda na Idade Média, quando ele foi proibido pela Igreja, que considerava maligna a sua sonoridade desarmônica.

Fonte: G1

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