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Curso Afro-Pará

EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Seduc apresenta proposta da IV Conferência de meio ambiente nas escolas


O Ministério da Educação – MEC, realizou na manhã desta quarta-feira, 23, no auditório da Empresa de Processamentos de Dados do Pará – Prodepa, apresentação oficial sobre a IV Conferência Infanto Juvenil Pelo Meio Ambiente. O tema “Escolas Sustentáveis” foi ministrado por Daysi Cordeiro, coordenadora do MEC, aos parceiros que possibilitam a realização do evento em uma ação conjunta com a Secretaria de Estado de Educação - Seduc e outras instituições.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

http://www.icnab.com.br/site/images/topo1.jpg

I Congresso Nacional Africanidades e Brasilidades
26 a 29 de Junho de 2012 
Universidade Federal do Espírito Santo

O Congresso reúne pesquisadores da Ufes e de outras Instituições no Brasil e na África de Língua Portuguesa. É uma promoção dos Departamentos de Línguas e Letras (DLL), de Ciências Sociais (DCSO) , do Centro de Educação (CE) e dos Programas de Pós-Graduação em Letras (PPGL) e em Ciências Sociais (PGCS).
Com o objetivo de atender a lei 10.639/03 de 2003, pretende mostrar os avanços e os desafios de um efetivo progresso dos estudos africanos no Brasil e de um maior desenvolvimento da cultura afro-brasileira nas escolas e Universidades brasileiras.
O evento promoverá, assim, debates sobre o ensino da história, sociedade, cultura e literatura africanas e afro-brasileiras, buscando pensar estratégias e metodologias que auxiliem em sua consolidação. Divulgará, também, escritores africanos de língua portuguesa, apresentando ainda a crítica literária atualmente produzida.
Somam-se a isto as pesquisas em sociologia e antropologia que problematizam a partir da globalização, os novos tipos de deslocamentos Brasil-África, a proximidade política entre os hemisférios e as exigências de uma revisão epistemológica no seio mesmo das ciências sociais.

Informações em http://www.icnab.com.br/site/

Textos e livros sobre o continente africano

A Casa das Áfricas é um instituto de pesquisa, de formação e de promoção de atividades culturais e artísticas relacionadas ao continente africano. Seu objetivo fundamental é de contribuir para o processo de produção e ampliação de conhecimentos sobre as sociedades africanas e para o diálogo entre instituições e pesquisadores que tenham como foco de trabalho a África, notadamente nas regiões do oeste e do norte do continente além dos países de língua oficial portuguesa.
Abaixo, apresentamos uma relação textos e livros em formato PDF disponível no site da instituição.

Espaço formativo

 
Hédio Silva Junior.[2]
Lucimar Rosa Dias[3]

Apresentação

A revisão das Diretrizes Curriculares para a Educação Infantil no ano de 2009 reafirmou o que já constava de outras normativas sobre a necessidade de as instituições de atendimento às crianças pequenas assegurarem em sua proposta pedagógica o acesso às contribuições dos povos negros em diferentes instâncias, de modo que garanta-se o direito de todas as crianças independente de seu pertencimento racial de ter acesso a experiências que colaborem na construção de suas identidades positivamente. Esse artigo pretende fornecer subsídios para os professores na forma de reflexões e proposições no sentido de orientar a prática pedagógica realizada em creches e pré-escolas para efetivação de ações que promovam a igualdade racial na educação infantil.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Lançado livro sobre direitos humanos e as práticas de racismo no Brasil

Foi lançado na noite da terça-feira (15), na sede da Fundação Cultural Palmares (FCP) em Brasília, o livro Direitos Humanos e as Práticas de Racismo do sociólogo e especialista em igualdade racial e direitos humanos, Ivair Augusto Alves dos Santos. Resultado de sua tese de doutorado defendida na Universidade de Brasília (UnB), a obra apresenta depoimentos de vítimas do racismo de todo o Brasil.
Para chegar aos casos citados, Santos analisou durante três anos, mais de 12.000 ocorrências. “São histórias tristes, mas que também representam lutas e resistência”, afirmou durante o lançamento. “É a celebração de homens e mulheres que disseram não ao racismo”, disse. Segundo ele, o livro mostra como as pessoas passaram de vítimas a vitoriosas a partir do momento em que denunciaram as violências sofridas.

Um ano sem Abdias Nascimento

Na próxima quarta-feira (23), completa-se um ano que o Brasil perdeu Abdias Nascimento, o maior e mais importante defensor dos direitos dos afrodescendentes e da igualdade racial.

25 de maio é Dia Mundial da África

Por que o 25 de Maio é Dia da África? Porque em 25 de maio de 1963, 32 países africanos firmaram o compromisso político de lutar para por fim a colonização no continente, portanto, simboliza a luta que o continente africano travou para a sua independência e emancipação.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dilma assina Lei que cria o Dia Nacional da Umbanda

A presidente Dilma Rousseff assinou, na quarta-feira (16), a Lei 12.644 que decreta o Dia Nacional da Umbanda, a ser comemorado anualmente, em 15 de novembro. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 17 de maio.
O documento foi sancionado a partir do Projeto de Lei da Câmara nº 187 de 2010, que propõe em sua justificativa, o direito constitucional à liberdade de crença e o livre exercício dos cultos religiosos, conforme o inciso VI do art. 5º da Constituição. Além de defender a valorização, a origem e a difusão da religião umbandista no país por tratar-se de uma religião genuinamente brasileira. 
15 de novembro - A data já consagrada à comemoração da umbanda em diversos municípios brasileiros, refere-se ao ano de 1908, em que o médium Zélio Fernandino de Moraes recebeu, em Niterói, a missão de fundar o novo culto. 
Zélio foi acometido por uma inexplicável paralisia que os médicos não conseguiam conter, logo em seguida levantou-se normalmente e voltou a caminhar como se nada tivesse acontecido. Na ocasião, um amigo da família sugeriu uma visita a Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, onde por meio de uma manifestação espírita de uma entidade denominada Caboclo das Sete Encruzilhadas foi anunciada a fundação de uma nova religião no Brasil.   
A religião dos ancestrais dos velhos africanos apregoa o trabalho em benefício de todos, independente de cor, raça, credo e condição social, pela prática da caridade e da literatura do evangelho de Jesus. 
A umbanda expressa vivamente seu caráter nacional, juntamente com suas raízes africanas, nas manifestações culturais, que incorporam a música e a dança. Valeu-se de elementos católicos, espíritas, do candomblé e de outras tradições místicas, para criar uma doutrina que, em seu universo, afirma a existência de um Deus supremo e a possibilidade de comunicação com os espíritos dos mortos. 
Link para a Lei 12.644
Diário oficial da União

Por Denise Porfírio
Fonte: Palmares

Dilma sanciona lei que institui Dia Nacional do Reggae

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta segunda-feira (14) a lei que institui o Dia Nacional do Reggae, a ser comemorado no dia 11 de maio. O texto está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União.
De acordo com a lei, a data servirá para homenagear "o ritmo musical difundido mundialmente por Robert Nesta Marley".
A data escolhida --11 de maio-- é o dia em que o cantor Bob Marley morreu.
O Ministério da Cultura informou que o projeto de lei é de 2008 (3.260/2008), de autoria do então deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) --hoje senador.
No texto do projeto, Rollemberg justifica que "é relevante mencionar a absorção de outros ritmos musicais estrangeiros que, sem dúvida, 'caíram' no gosto do brasileiro".

David Burnett
O jamaicano Bob Marley; a data de sua morte, 11 de maio, foi escolhida para ser o Dia do Reggae no Brasil
O jamaicano Bob Marley; a data de sua morte, 11 de maio, foi escolhida para ser o Dia do Reggae no Brasil
No texto, Rollemberg menciona também que "o legado que Bob Marley deixou ao mundo vai muito além do reggae: é através deste que muitos artistas brasileiros usam o meio da música para fazer legítimas críticas sociais. A influência deste estilo musical é tamanha em alguns estados brasileiros, que já há lei municipal que instituiu o dia do reggae, como é o caso de Salvador, através da Lei n.º 5.817/2000".
Rollemberg fala ainda sobre a influência de Bob Marley na música brasileira, citando "Cidade Negra, Edson Gomes, Gilberto Gil entre tantos outros artistas nacionais consagrados" que, segundo ele, "continuam a levar, através do reggae, mensagens de paz, amor e críticas sociais, na tentativa de alertar o povo para lutar pelos seus direitos, da mesma forma que Marley, considerado o primeiro astro do terceiro mundo com reconhecimento internacional, já fazia há quase quatro décadas atrás".
DIA DA MPB
Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que cria o Dia Nacional da Música Popular Brasileira. A data será comemorada no dia 17 de outubro.
De acordo com o texto publicado no Diário Oficial, a data foi escolhida por ser o dia do nascimento de Chiquinha Gonzaga.

Kelly Matos
De Brasília

Professores de Prainha participam de capacitação


Entre os dias 07 a 12 de maio de 2012, a escola estadual Pretextato da Costa Alvarenga, do município de Prainha, esteve compondo a Semana de Combate ao Racismo com a apresentação de diversos projetos que resultaram da Formação Continuada Afro-Pará, promovida pela Coordenadoria de Educação para Promoção da Igualdade Racial (COPIR).


O Projeto Afro-Pará é uma formação com módulos presenciais que totalizam 120 horas. Visa, desta forma, garantir a implementação da Lei 10.639/2003 que estabelece o ensino da história e da cultura africana e afrobrasileira na educação básica brasileira, promovendo a valorização destas culturas, especificamente as produzidas no Pará, e preparando professores e técnicos para a elaboração de propostas de inserção da temática nos componentes curriculares para desmistificar a inferioridade racial e cultural da população negra e valorizar sua participação na construção do país.

Em Prainha, foram formados 33 professores e técnicos. Esses profissionais da educação já estão desenvolvendo ações que colaboram para a implementação da Lei 10.639 e superação do racismo no ambiente escolar.
Sinto-me muito agradecida, pois com este curso poderei dividir conhecimentos com meus alunos, família e sociedade”, concluiu a professora Nazaré Costa, que participou pela primeira vez de uma formação sobre a temática da diversidade étnico-racial.
A Afro-Pará percorrerá as cidades de Breves, Santana do Araguaia e Viseu no período de 21 a 25 de maio. Em Curuá o curso será ministrado de 11 a 15 de junho e em Faro de 25 a 29 de junho.

Informações: Copir – (91)32015157 ou copirseduc@gmail.com 









quinta-feira, 17 de maio de 2012

Alunos da Escola Vilhena Alves em Belém solidários à luta contra o racismo

Vejam esta iniciativa. Alunos da escola Vilhena Alves em Belém se solidarizam com a Semana Integrada de Combate ao Racismo no Marajó.

Combate ao racismo no Marajó

Alunos da Turma M1MR01 da Escola Vilhena Alves unem-se ao movimento:

                                                                     


                            













Atividade realizada no dia 11 de maio de 2012;
Aula de Sociologia;
Tema: CIDADANIA.
Profa.: Lea Maria Paraense de oliveira Serra

Fonte: Blog Atividades Pedagógicas

Filme sobre Cabo Verde


Filme: Fragmentos de Mindelo
Local: Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos-SDDH
Endereço: Av. Governador José Malcher, 1381 - Nazaré
Data: 25/05/2012
Horário: 18:30

terça-feira, 15 de maio de 2012

Sejudh promove o Fórum Regional de Políticas de Igualdade Racial

A Coordenadoria de Promoção de Política da Igualdade Racial, da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), inicia a promoção de uma série de Fóruns Regionais de Políticas de Igualdade Racial. Sexta-feira (18), a partir das 8 horas, o encontro acontece em São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará, e dia 19, em Concórdia do Pará, na mesma região. Os eventos regionais resultam de parceria com o Instituto de Artes do Pará (IAP).
A Sejudh pretende promover dez eventos como esse em todo o Estado. Os encontros precederão a Conferência Estadual da Igualdade Racial. Em São Miguel do Guamá, o encontro terá apoio da prefeitura e Câmara dos Vereadores, onde acontecerá o fórum. Em Concórdia do Pará, os debates têm apoio da diretoria municipal da igualdade racial.
“O fórum é uma preparação para a Conferência Estadual da Igualdade Racial, então, esperamos reunir as demandas, assim como estabelecer parcerias. Pretendemos construir, junto com a sociedade civil, os movimentos afros e as secretarias de governo, políticas públicas, de modo a materializar a promoção da igualdade racial em nosso Estado”, explica a coordenadora estadual de Promoção de Política da Igualdade Racial, Raquel Teixeira.

Ellyson Ramos – Repórter Sejudh

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Protestos contra o racismo no Marajó



Foram três dias intensos de muito debate e palestras. O tema central das discussões foi o racismo, nas suas mais variadas formas. Não faltaram relatos de experiências com tom de revolta ou com alto grau de emoção sendo, por ora, provocado o choro e muitas palavras de ordem incendiando o cenário das discussões.


Movimentos sociais vão integrar o Fórum Nacional de Educação

Os movimentos sociais pela educação de indígenas e de gênero e diversidade passam a compor o Fórum Nacional de Educação (FNE). É o que estabelece portaria publicada nesta quinta-feira, 10, assinada pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O fórum é um espaço de planejamento educacional participativo e democrático destinado a fortalecer o diálogo entre a sociedade civil e o Estado brasileiro.

Para o secretário-executivo-adjunto do Ministério da Educação, Francisco das Chagas Fernandes, a integração dos novos representantes ao fórum é um acréscimo à pluralidade de pensamento e à diversidade da entidade. “Quando falamos em educação para todos, para se ter educação com qualidade social é necessário que se veja a educação de forma inclusiva”, disse.

Sobre os movimentos de gênero e diversidade, o representante titular será indicado pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). O suplente, pela União Brasileira de Mulheres (UBM). A Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (Cneei) do MEC, a seu tempo, indicará os representantes, titular e suplente.

Entre as atribuições do fórum estão participar do processo de concepção, implementação e avaliação da política nacional de educação, além de acompanhar, junto ao Congresso Nacional, a tramitação de projetos legislativos referentes a essa política.

A Portaria do MEC nº 502, de 9 de maio de  2012, foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 10, seção 1, página 23.

Assessoria de Comunicação Social

Alunos de Soure promovem 3º FANT

Os coordenadores do FANT em pose especial para o blog

Os estudantes da escola Gasparino Batista, em Soure, estão a todo vapor nos preparativos para a 3ª edição do FANT, Festival Artístico de Novos Talentos. Este ano com o tema “Arte espelho da alma, atentando para os valores da terra”, objetivando estimular e divulgar a produção artística dos estudantes de Soure.
O evento é aberto para as mais diversas linguagens de arte: dança, canto, poesia, artesanato, pintura exposição de fotografia. As inscrições já foram encerradas e agora ocorrerão as avaliações para definir os trabalhos que irão para a grande final no dia 27 de maio.
Os membros da comissão organizadora tem a responsabilidade de garantir a imparcialidade na escolha dos melhores trabalhos e, para isso serão auxiliados por profissionais em cada área. Essa coordenação é formada por um grupo restrito de estudantes compromissado com o objetivo proposto pelo projeto. Lorena, Werikson, Milena, Alan, Luziane e Dienivaldo estabeleceram uma espécie de pacto em torno desta atividade e estão incansáveis na busca por auxilio que garanta a estrutura prevista para o momento apoteótico da grande final do FANT.

Fonte: Blog do Dário Pedrosa

terça-feira, 8 de maio de 2012

Vasconcelos e Gasparino: prontas para o combate ao Racismo

Vasconcelos e Gasparino: prontas para o combate ao Racismo  

No Gasparino, professor Vinicius e seus alunos.
A mobilização para a Semana Integrada de Combate ao Racismo no Marajó, está a todo vapor nas duas escolas envolvidas no projeto. Sob as orientações do Professor Vinicius Darlan, os alunos estão elaborando seus trabalhos para serem expostos durante a semana, no período de 09 a 11 de maio.
Após o período de mobilização da escola Vasconcelos, em Salvaterra, chegou a vez da escola Gasparino Batista da Silva, em Soure. Os alunos das diversas turmas aplicaram-se na produção de faixas cartazes e até músicas, atacando o racismo em todas as suas formas.
Na turma 2ºR01 e na 1ºR01-manhã, a euforia foi geral. Os alunos abraçaram a causa e entraram de cabeça na confecção do material que após a exposição será utilizado na caminhada que vai ocorrer na manhã da sexta feira, 11. Veja as imagens de alguns momentos das turmas do Gasparino no nosso álbum, clicando sobre as fotos desta matéria.

No Gasparino a ordem é combater o racismo. Moblização total. Veja o album.
A semana será composta de muitas palestras e mesas de debates sobre o tema, envolvendo professores, estudantes e a comunidade. A Copir (Coordenadoria de Educação Para Promoção da Igualdade Racial) da Seduc estará com seus representantes participando do evento. Amilton e Joana já estiveram nos anos anteriores em Salvaterra palestrando, e agora, nesta versão integrada, não poderiam ficar de fora. Os demais palestrantes são professores do quadro da Seduc na região, que já dominam o tema e possuem ampla vivência na discussão desta temática. Vale a pena conferir.
Maiores informações liguem para (91) 3765 1227.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Identidade cultural favorece parcerias econômicas entre Brasil e África

Afinidades foram destaque no seminário comemorativo aos 60 anos do BNDES


Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Lula abre celebrações do sexagésimo aniversário do BNDES no Rio de Janeiro

Por Jacqueline Freitas

Marcando seu retorno público ao Rio de Janeiro após tratamento médico, o ex-presidente do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva, destacou as afinidades entre o Brasil e a África, durante a abertura do seminário Investindo na África: Oportunidades, Desafios e Instrumentos para a Cooperação Econômica. O evento, realizado no Rio de Janeiro, marcou o início das comemorações dos 60 anos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e contou com a participação do presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, e do representante regional do Rio de Janeiro e Espírito Santo, Rodrigo Nascimento.
Lula elogiou a iniciativa africana de fomentar o crescimento do continente em meio a uma forte crise econômica mundial. Em sua opinião, o Programa para o Desenvolvimento da Infraestrutura na África (PIDA) representa “a construção da nova África do século 21”. Ao lembrar que o Brasil é o país com a maior população afrodescendente fora da África, o ex-presidente afirmou: “Temos uma enorme identidade com a África. Isso pode também ajudar os empreendedores brasileiros a aproveitar as incontáveis oportunidades de negócio que se abrem. Foi-se o tempo em que o Atlântico nos separava. Ele nos une numa mesma fronteira. Somos vizinhos que nos banhamos nas mesmas águas”, disse Lula. 

Fonte: Palmares

Resenha África e Brasil Africano de Marina de Mello e Souza


África e Brasil africano para a sala de aula
Por José Alexandre da Silva

“África e Brasil Africano” é uma bela introdução à história da África, que tem a ver com o Brasil, escrita por Marina de Melo e Souza, professora de História da África da Universidade de São Paulo e estudiosa da cultura afro-brasileira. Num contexto em que a Lei 10.639 torna obrigatório o Ensino de História Africana e Afro-brasileira a obra ganha grande importância e vem ajudar a preencher uma lacuna no mercado editorial sobre o assunto. A presença, no processo editorial, do nome de Alberto da Costa e Silva, nosso mais respeitado estudioso de História da África, só vem trazer mais credibilidade à obra em discussão. Um livro que pode servir não apenas para professores e alunos que têm de se debruçar sobre a história dos afro-brasileiros nos bancos escolares, como também para quem quiser saber mais sobre a importância da história da África e da contribuição dos africanos na formação do nosso país.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Educação para diversidade étnico-racial


Copir lança Projeto Afro-Pará nos preparativos de 13 de Maio: Dia Nacional de Denúncia Contra o Racismo


Em virtude da aproximação do dia 13 de Maio, dia em que se "comemora" a assinatura da Lei Áurea que aboliu a escravidão no Brasil, e que hoje é reivindicada pelos movimentos que atuam em prol da igualdade racial como Dia Nacional de Denuncia Contra o Racismo, a Copir lança nesta segunda-feira, dia 07 de maio, o Projeto Afro-Pará que visa formar 600 professores e técnicos da rede pública de educação de nove municípios paraenses em “Ensino das Culturas e Historicidade Afrobrasileira e Africana e Educação das Relações Étnico-raciais”.
O Projeto Afro-Pará é uma formação com módulos presenciais que totalizam 120 horas. Visa, desta forma, garantir a implementação da Lei 10.639/2003 que estabelece o ensino da história e da cultura africana e afrobrasileira na educação básica brasileira, promovendo a valorização destas culturas, especificamente as produzidas no Pará, e preparando professores e técnicos para a elaboração de propostas de inserção da temática nos componentes curriculares para desmistificar a inferioridade racial e cultural da população negra e valorizar sua participação na construção do país.
De 07 a 11 de maio, a formação ocorrerá em Anajás, Juruti, Medicilândia e Prainha. As cidades de Breves, Santana do Araguaia e Viseu serão atendidas de 21 a 25 de maio. Em Curuá o curso será ministrado de 11 a 15 de junho e em Faro de 25 a 29 de junho.
Ainda em razão da mobilização pelo dia 13 de Maio, a Copir está apoiando a “Semana Integrada de Combate ao Racismo no Marajó” que ocorrerá nos dias 09, 10 e 11 de maio na Escola Estadual “Prof. Ademar N. de Vasconcelos”, em Salvaterra, onde este projeto pedagógico de sucesso já esta na sua terceira edição, e, pela primeira vez, na Escola Estadual “Gasparino Batista da Silva”, em Soure.
A “Semana” será encerrada com a “Caminhada de Combate ao Racismo” no 11 de maio, com concentração a partir das 09h30 em frente à “Escola Gasparino”, em Soure. Em Salvaterra, a concentração será a partir das 15h30, em frente à “Escola Vasconcelos”.

Serviço:
- Projeto Afro-Pará
  • 07 a 11 de maio: Anajás (13ª URE), Juruti (7ª URE), Medicilândia (10ª URE) e Prainha (6ª URE).
  • 21 a 25 de maio: Breves (13ª URE), Santana do Araguaia (15ª URE) e Viseu (1ª URE).
  • 11 a 15 de junho: Curuá (7ª URE).
  • 25 a 29 de junho: Faro (7ª URE).
- Semana Integrada de Combate ao Racismo
09 a 11 de maio: Salvaterra e Soure (20ª URE)

Informações: Copir – (91)32015157 ou copirseduc@gmail.com

CALENDÁRIO AFRO-BRASILEIRO


CalendárioCalendário Afro-Brasileiro


Observatório Afrolatino


O LIVRO DA PAZ DA MULHER ANGOLANA - As Heroínas Sem Nome
"Livro organizado pela moçambicana Paulina Chiziane e pela angolana Dya Kasembe, ambas escritoras, esta obra reúne oitenta narrativas de mulheres angolanas que sobreviveram à guerra para contar as suas histórias. A recensão da revista angolana África 21 diz que "Este livro fala da guerra, do desespero e da desilusão das sobreviventes, mas também do amor à vida debaixo de um céu coberto de pólvora". Um livro que inscreve na memória colectiva e na história de Angola, "Heroínas sem Nome", esses actores periféricos cujas experiências de vida são quase sempre silenciadas pelo discurso oficial da história.  Editado pela Nzila, o livro pode ser encomendado à ONG, APN, Ajuda Popular da Noruega em Luanda: contacto Catarina Fernando, npa.ang.catarina@netcabo.co.ao"

JUAN GARCÍA - Guardían de la Tradición y la Memoria
Por Ninfa Patiño Sánchez
Este trabalho tem como objetivo investigar sobre a vida e a luta de Juan García, para entender como seu discurso influenciou e continua influenciando na construção do processo organizativo e identitário das comunidades negras do Equador. Este livro foi feito com o apoio do Ministerio de Cultura do Equador.



 

MERCEDES BAPTISTA: A Criação da Identidade Negra na Dança
O livro, de Paulo Melgaço da Silva Júnior, relata a biografia de Mercedes Baptista, um ícone da dança negra. Com a vida de Mercedes, é contado também o desenvolvimento da dança negra no Brasil.



Palmares e Cadon farão a entrega do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras

Será entregue na próxima segunda-feira (7), às 19 horas, o 2º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras. A cerimônia será realizada no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, com a presença de representantes dos 20 projetos vencedores das cinco regiões do país.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Professor da rede estadual do Pará, Bruno Borda tem atuação social junto a juventude da periferia de Belém como cantor de rap

Mc Bruno BO lança música com parceria de Gaby Amarantos


Bruno B.O. & Gaby Amarantos - #FlorestaDeConcreto by MekBeat


Um dos pioneiros do Rap e do Ragga no Pará, @mcbrunobo, e a maior representante do Technobrega do estado, destaque nacional da música independente, @GabyAmarantos, uniram-se numa produção de Mek Beat, que retrata a atmosfera urbana e periférica amazônica, na maior capital da região, Belém do Pará. A música utiliza as influências afro latinas comuns à musicalidade urbana paraense em comunhão com a pegada Rap de Bruno B.O., Mek Beat e DJ Morcegão. A música fará parte do Ep #FlorestaDeConcreto, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2012, e que contará ainda com as participações de Wagner Bagão (Dubalizer), DJ LX StereoDubs, ProEfx e Delinquentes HC.

Bruno BO recebeu em 2010 do Ministério da Cultura o Prêmio Cultura Hip Hop Edição Preto Ghoez, na categoria "Conexões-Região Norte", por sua fusão de rap, rock, ragga e espiritualismo, influenciada pela musica urbana paraense.

Baixe a música aqui
Para conhecer mais o trabalho de MC Bruno BO baixe aqui o CD-Demo "Direito de Resposta"
http://www.badongo.com/file/2647307

Cartilha do CEERT sobre igualdade racial

Sala de aula e Áfricas ocultas

Quando chega à sala Iyá Obá Biyi, do primeiro ano do ensino fundamental, a vice-diretora Iraildes Nascimento saúda os pequenos alunos com um yá agô (com licença). Ao que todos logo respondem: agô yá (licença concedida). Por toda a Escola Municipal Eugênia Anna dos Santos, essas e outras "palavras básicas de convivência" da língua iorubá são lembradas em murais e cartazes pendurados ao lado de fotos de mães de santo. Perto dali, numa escola estadual na Estrada das Barreiras, a professora de História Luciana Araújo até tenta falar sobre candomblé e religiões africanas com as turmas de adolescentes. Mas, quase sempre, alguém debocha e pergunta: "Você é macumbeira, não é?"

População negra ainda sofre com a desigualdade no mercado de trabalho

Daniela de Lamare

Desde 1886, vários países do mundo celebram o dia 1º de maio como a data comemorativa das conquistas dos trabalhadores ao longo da história. No Brasil, mesmo com a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT em 1943, as diferenças históricas desfavoráveis aos negros no mercado de trabalho ainda persistem.  
Um estudo divulgado em 2011 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) apontou que na região metropolitana de São Paulo (universo da pesquisa) a taxa de desemprego dos negros é maior que a dos não negros (brancos e amarelos) e o rendimento é menor. 

Spike Lee entrevista a Ministra da Igualdade Racial Luiza Bairros para documentário “Go Bazil Go!”

O cineasta está no Brasil desde terça-feira (24), capturando imagens para projeto audiovisual sobre o país
Spike Lee entrevista a Ministra da Igualdade Racial Luiza Bairros para documentário “Go Bazil Go!”
A conversa com a ministra foi pautada em desigualdades raciais do país e avanços alcançados na área

Ícone do cinema afro-americano, o cineasta estadunidense Spike Lee entrevistou hoje (26) a Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. Diretor, produtor e roteirista, Spike está no Brasil desde a última terça-feira, capturando imagens e participações de várias personalidades para o seu documentário “Go Brazil Go!”. A conversa com a ministra foi pautada em questões relativas às desigualdades raciais do país e nos avanços alcançados na área.

Além da ministra Luiza Bairros, estão na lista de entrevistados a presidenta Dilma Rousseff; os deputados federais Luiz Alberto e Romário; os cantores Gilberto Gil, Jorge Ben Jor e Chico Buarque; e o ex-jogador de futebol Pelé. O documentário, que fala sobre a emergência do país no cenário internacional, deve ser lançado antes da Copa do Mundo Fifa 2014.

Spike Lee se destaca na indústria cinematográfica pela abordagem da temática racial. A ele se atribui a abertura de portas em Hollywood para uma conscientização sobre os problemas sociais dos Estados Unidos.

O cineasta já esteve no Brasil para filmar o clipe “They Don’t Care About Us”, de Michael Jackson, no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador, com o Olodum. Em 1989, conseguiu reproduzir com maior fidelidade a sua visão do cotidiano das minorias com o filme “Do the Right Thing” (Faça a Coisa Certa), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por melhor roteiro original.

Coordenação de Comunicação da Seppir

INTERPET-UFRA 2012

 O Programa de Educação Tutorial (PET) e um programa que abrangem todas as instituições de ensino do Brasil e na qual os membros do CAEP participam e participaram do Grupo PET-Pesca/UFPA, fica a nosso critério a divulgação também das atividades exercidas pelo grupo PET, tornando as públicas, promovendo assim parceria entre os C.A's e grupos PET's do Estado, afim de fortalece a categoria estudantil, tendo maior representação e força frente as lutas de classe. 

Comunidades quilombolas iniciam discussão de proposta popular para o desenvolvimento do Oeste do Pará

Além de representante das 10 comunidades quilombolas de Santarém, a atividade teve participação de integrantes da CPT, do MAB, do Grupo Consciência Indígena e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do município.

Lideranças, jovens e moradores das dez comunidades remanescentes de quilombos do município de Santarém/PA participaram da primeira oficina do Projeto “Direitos Humanos e Desenvolvimento no Oeste do Pará: combate à pobreza extrema através da educação em direitos humanos”, realizada nos dia 21 e 22 de abril, pela Terra de Direitos.
A metodologia da atividade seguiu o roteiro de apresentar e fomentar o debate sobre as frentes de desenvolvimento que hoje exercem influência e convergem para o Oeste do Pará e como estas se relacionam com a afirmação dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais dos povos da região, especialmente os quilombolas.