Acesse a Plataforma MADAE

Acesse a Plataforma MADAE
Curso Afro-Pará

EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sociedade brasileira é 'racista', afirma futuro presidente negro do TST

Para Carlos Alberto Reis de Paula, discriminação é 'uma questão cultural'


Primeiro negro eleito para presidir o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o ministro Carlos Alberto Reis de Paula qualifica a sociedade brasileira como "racista e discriminatória". "É racista, discriminatória e usa de discriminação por um motivo muito simples: uma questão cultural", disse em entrevista ao G1.
Reis de Paula assumirá o comando da Justiça trabalhista no próximo dia 5 de março, em um momento em que, também pela primeira vez, outro negro, Joaquim Barbosa, chefia a mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal (STF).
O ministro Carlos Alberto Reis de Paula, durante entrevista ao G1 em seu gabinete no TST (Foto: Fabiano Costa / G1)

O ministro Carlos Alberto Reis de Paula, durante entrevista ao G1 em seu gabinete no TST (Foto: Fabiano Costa / G1)
Aos 68 anos – ele completa 69 anos em 26 de fevereiro –, o magistrado eleito por unanimidade para a presidência do TST revela que já foi alvo de racismo ao longo da vida, mas nunca foi discriminado no Judiciário. "Isso acontece, isso é o Brasil", disse. O ministro se diz um defensor das políticas de cotas para o ingresso de negros nas universidades federais. Ele, no entanto, ressalta que é contra a implantação do sistema para o acesso ao serviço público. "O problema de cota não pode ser uma esmola. Cota é uma questão de justiça social", avalia. Natural de Pedro Leopoldo (MG), município da regi ão metropolitana de Belo Horizonte, Reis de Paula foi o primeiro negro a ser indicado para um tribunal superior do país (o TST), em 1998. Mestre e doutor em direito constitucional pela Universidade Federal deMinas Gerais (UFMG), ele ingressou na magistratura, em 1979, como juiz do trabalho da 3ª Região (MG).

População escrava do Brasil é detalhada em Censo de 1872


Arte: Daiane Souza/FCP

Por Daiane Souza

Marcado por um cenário de conflitos e protestos pelo fim da escravidão, o século XIX no Brasil foi o único do período colonial a ter um censo completo da população de escravizados. Os dados deste censo foram disponibilizados pelo Núcleo de Pesquisa em História Econômica e Demográfica da Universidade Federal de Minas Gerais (NPHED/UFMG) e pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado (Fapemig).

Aberta as inscrições: Concurso de Plano de Aula Aplicando a lei 10.639/2003


Fonte: GELEDES

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Lançamento - "Você conhece aquela? A piada, o riso e o racismo à brasileira"

Lançamento -  "Você conhece
aquela? A piada, o riso e o racismo à brasileira"

A piada, cujo intuito é provocar o riso e dissimular conflitos, explicita com jeitinho a fragilidade da democracia racial e social brasileira, tornando ainda transparente a tentativa padronizadora perpetrada pelo branqueamento. Aqui, o autor analisa como as piadas sobre ...

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

“Direitos Quilombolas: um estudo de impacto da cooperação ecumênica”






O Livro “Direitos Quilombolas: um estudo de impacto da cooperação ecumênica” é uma publicação das instituições ecumênicas Christian Aid; KOINONIA – Presença Ecumênica e Serviço; Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE; Fundação Luterana de Diaconia e Evangelisher Entwicklungsdienst – eed que tem por objetivo avaliar o impacto do apoio das organizações da Aliança ACT no Brasil ao movimento e às comunidades quilombolas desde 1996 até 2009. Considera-se como impacto a mudança que permanece e que faz diferença. Conheça o estudo! Click here to read Quilombolas Rights in english




LIVRO GRATUITO PRA BAIXAR EM ARQUIVO .PDF
TEMA: TEMA DIREITOS QUILOMBOLAS.
BAIXE-O AQUI:www.koinonia.org.br/uploads/Direitos%20Quilombolas.pdf

FONTE: http://www.koinonia.org.br/

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Bens públicos não podem mais receber nome de quem escravizou seres humanos

Proposta foi sancionada no dia 10/01, pela presidenta Dilma Rousseff, e altera a Lei 6.454, de 1977, que dispõe sobre a denominação de logradouros, obras, serviços e monumentos públicos
A partir do dia 11/01, fica proibida, em todo o território nacional, a atribuição de nome de pessoa viva ou que tenha se notabilizado pela defesa ou exploração de mão de obra escrava, em qualquer modalidade, a bem público, de qualquer natureza, pertencente à União ou às pessoas jurídicas da administração indireta.

Estudantes negros cotistas terão suporte da assistência estudantil universitária

Número de beneficiários varia de acordo com a proporcionalidade populacional do Estado em que o candidato for aprovado, como previsto na Lei Nº 12.711, de 29 de agosto de 2012
O modelo de bolsas para alunos que ingressarem pelo sistema de cotas nas universidades brasileiras vai beneficiar estudantes negros, pardos e indígenas e que tenham média familiar mensal igual ou inferior a 1,5 salário mínimo. A bolsa de R$ 400, anunciada em 08/01 pelo ministro Aloizio Mercadante, se destina aos estudantes contemplados pela Lei 12.711, que estabelece a reserva de vagas nas universidades federais para alunos de baixa renda com aquelas características.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

VIII Semana Científico-Cultural “A casa dos Luamins” e o II Encontro dos Artistas, Produtores Culturais e Lideranças Comunitárias do Guamá e Terra Firme


 

     O Instituto de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Federal do Pará (ICSA/ UFPA) realizará, por meio do Programa Luamim, a VIII Semana Científico-Cultural “A casa dos Luamins” e o II Encontro dos Artistas, Produtores Culturais e Lideranças Comunitárias do Guamá e Terra Firme, que vai ocorrer entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2013, no Centro de Eventos Benedito Nunes (CEBN), e terá como tema “Luamim 20 anos: Serviço Social, Educação e Cultura.”
   Para participar, é necessário se inscrever por meio do bloghttp://luamimufpa.blogspot.com.br/ e enviar a ficha de inscrição, que se encontra no folder da programação, para o e-mail luamimufpa@yahoo.com.br. A inscrição  pode também ser feita  na sala do Programa Luamim, no ICSA, Campus Profissional da UFPA (altos).
    O investimento é de 30 reais para profissionais da área, 20 para estudantes de pós-graduação e 15 para alunos de graduação. Já para participantes dos Grupos de Arte Popular do Guamá e da Terra Firme, que já estão inseridos no Programa Luamim, as inscrições serão gratuitas e realizadas nos referidos grupos.