Acesse a Plataforma MADAE

Acesse a Plataforma MADAE
Curso Afro-Pará

EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Dia da Consciência Negra é comemorado pela Seduc

 Da Redação Agência Pará de Notícias Atualizado em 25/11/2013 às 10:15


Uma programação especial desenvolvida neste domingo, 24, na Praça da República e na Escola Estadual Alzira Teixeira de Souza marcou a comemoração promovida pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra, que foi comemorado na ultima quarta-feira, 20. A praça recebeu diversas apresentações culturais, enquanto a escola realizou a XV Feira Cultural, com o tema Cultura Afro-Brasileira.

O Dia da Consciência Negra é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, capturado e morto em 1695 por resistir à tortura e à escravidão do povo negro. Para lembrar a data, escolas e entidades governamentais e não governamentais organizam, anualmente, palestras e eventos educativos visando o fim do preconceito racial.

A Coordenadoria de Promoção para Igualdade Racial da Seduc levou à Praça da República apresentações da Escola de Samba Bole Bole, de grupos de hip-hop, do Tacape Reggae, da banda de percussão Axé Dudu e do Grupo Folclórico “O Uirapuru”, do Instituto de Educação do Estado do Pará (IEEP). Quem estava aproveitando o domingo para passear na praça elogiou a iniciativa e não se furtou a participar do evento. “Todos estão de parabéns. A Seduc está realizando um belíssimo trabalho trazendo essas manifestações culturais para perto do povo", disse José Carlos Araújo, que participou da programação. "Com isso, podemos acreditar que as pessoas entenderão melhor o que é respeitar o outro, independente da cor da pele, pois é preciso conviver com as diferenças para aprender a dar valor”.

Segundo Amilton Sá Barreto, coordenador da programação e responsável pela Copir, a ação buscou a valorização do povo negro e o reconhecimento de sua participação na sociedade e na cultura brasileira. “É uma ação educativa complementar. A intenção é envolver as escolas e o publico em geral em projetos educativos de combate ao racismo", enfatizou. "Precisamos destacar o quanto o negro ajudou na construção da nossa sociedade e a importância de Zumbi dos Palmares na luta pelo Brasil”. 



 
Para a Feira Cultural, os alunos Escola Alzira Teixeira de Souza mostraram à comunidade escolar, por meio de vários trabalhos de pesquisa, a participação e a história do negro no Brasil, suas origens, manifestações culturais, comidas e sua influência nos hábitos brasileiros. O aluno Carlos Conceição, do 5º ano do Ensino Fundamental Menor, disse que participar do trabalho lhe permitiu aprender muito sobre a história de vida dos negros. “É um tema muito interessante. Descobrir a grande importância que eles têm para o Brasil foi muito legal”, afirmou. “Compreendi que precisamos respeitar todos de forma igual, pois ninguém pode se achar melhor que o outro só por causa da cor da pele”.


 De acordo com Mônica Santos, diretora da escola, os alunos se dedicaram muito e mostraram na feira cultural um excelente trabalho. “A Feira da Cultura acontece todos os anos, aqui na escola, e a escolha desse tema foi de fundamental importância para expor aos alunos a importância do povo negro na nossa sociedade", declarou ela. "A nossa escola sempre trabalhou com projetos importantes e consegui fazer com que os alunos, a comunidade e a escola participassem juntos e com isso colaborassem com uma educação de qualidade”.



Texto:
Eliane Cardoso - Seduc
Fone: (91) 3201-5181 / (91) 8802-0325
Email: comunicacao@seduc.pa.gov.br

II KIZOMBA PEDAGÓGICA E I ENCONTRO DE MILITANTES CULTURAIS DO CAMPO, DA ÁGUA E DA FLORESTA


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Movimentos sociais realizaram ato no Dia da Consciência Negra

Grupo acendeu velas em memória aos lideres negros.
Danças e músicas da religiosidade africana deram ritmo ao cortejo.

Do G1 PA
 
Movimentos sociais que lutam em defesa do negro realizaram na noite da última quarta-feira (20) um ato cultural e religioso na Praça da República, em Belém. A caminhada no Dia da Consciência Negra teve o objetivo de sensibilizar a população sobre o direito dos negros.
Há três anos, movimentos sociais que lutam pela defesa dos direitos do negro realizam uma caminhada na Praça da República. A caminhada chama atenção da sociedade para os problemas enfrentados pelos negros nos dias atuais, como a discriminação, a falta de oportunidade no mercado de trabalho e a violência.

Danças e músicas inspiradas na religiosidade africana deram ritmo ao cortejo. Velas foram acesas na praça da república em memória dos lideres negros que morreram vitimas do racismo.

O pedagogo Amilton Sá Barreto conta que por várias vezes foi discriminado. Em um dos casos ele tentava conseguir uma vaga de emprego. “Quando eu cheguei na frente da pessoa que iria me entrevistar, essa pessoa achou que eu não teria boa aparência para trabalhar naquele estabelecimento. Foi uma experiência que no momento eu percebi que se tratava de discriminação racial”, conta o pedagogo.

Pará lidera número de mortes de negros na região Norte, diz Ipea

Pesquisa situa o estado em 4º lugar de homicídios em ranking nacional.
Representante da OAB critica conduta de agentes públicos e polícia.



Luana Laboissiere* Do G1 PA



Jorge Farias OAB Pará (Foto: Fernando Araújo/O Liberal) 

Presidente da Comissão de Igualdade Racial da OAB-Pará fala que o racismo permanece como herança que ainda as situa em um contexto de marginalidade e violência (Foto: Fernando Araújo/O Liberal)
O Pará é o estado da região Norte com o maior número de homicídios de negros por mortes violentas. É o que diz um estudo do Ipea, divulgado na última terça, véspera do Dia da Consciência Negra, celebrado nesta quarta-feira (20). De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, são registradas 55,1 mortes de negros para cada grupo de 100 mil habitantes, ante 15,5 mortes de não negros.
O estado ocupa o quarto lugar no ranking da violência contra negros no Brasil. O Instituto utilizou como referência o sistema de informações sobre mortalidade do Ministério da Saúde (MS) e o censo demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
“Os dados sobre o alto índice de mortalidade entre negros demonstram o que o movimento negro vem falando há décadas: existe na cultura, no imaginário dos agentes públicos, da polícia, que negro andando à noite é suspeito”, sustenta Jorge Farias, presidente da Comissão de Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil no Pará (OAB/PA).
A pessoa ainda ouviu dos PMs: 'Tu vais cantar de galo lá na África, negão'"
Jorge Farias

Racismo
Para Farias, a Lei Áurea foi o primeiro avanço no reconhecimento de direitos das pessoas negras no Brasil, mas o racismo permanece como herança que ainda as situa em um contexto de marginalidade e violência. “Já faz 124 anos que a Lei Áurea foi instituída, mas a legislação penal precisou tipificar o crime de racismo para fazer valer a lei. Racismo não é apenas impedir o negro de frequentar um local, um restaurante, por exemplo, ter acesso ao emprego, à cultura, à saúde e à educação; é negar cidadania e oportunidades”, complementa o representante da OAB.


Programação cultural vai lembrar o Dia da Consciência Negra

Programação Cultural na Pça da República

Uma programação cultural em alusão ao dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, será promovida, neste domingo, 24, às 9 horas, na Praça da República, pela Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Estão sendo convidadas a participar do evento as escolas públicas e privadas de Belém, alunos, professores, gestores, técnicos e a sociedade civil. O objetivo é refletir sobre a historicidade do povo negro e sua influência em várias esferas sociais.

A Semana da Consciência Negra deste ano tem como tema “Consciência Negra: amplie a sua” e o dia de programação cultural tem o objetivo de disseminar valores étnico-raciais no âmbito das escolas estaduais e na sociedade como um todo, fortalecendo a educação de alunos e alunas nas escolas públicas do Pará para uma educação de qualidade. A iniciativa atende aos objetivos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que trata sobre o ensino de História e Cultura Africana e Afro Brasileira no ensino público.

A Coordenadoria de Educação da Seduc realizará, durante o evento, várias programações lúdico-pedagógicas com o desenvolvimento de oficinas de arte, de jogos africanos, apresentações de grupos de dança e de grupos folclóricos. A ação acontece em parceria com a Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel), Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH), Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa) Universidade Federal do Pará e Tacape Reggae. Está prevista a participação da banda de percussão musical Axé Dudu e do Grupo de Expressões Folclóricas “O Uirapuru”, do Instituto de Educação do Estado do Pará (IEEP).


Texto: Eliane Cardoso
Ascom/Seduc

Consciência Negra, o que sabemos sobre isto?

Como surgiu o Dia da Consciência Negra

Em 1971 (mesmo ano de fundação do grupo), ele propôs uma data que comemorasse a tomada de consciência da comunidade negra sobre seu valor e sua contribuição ao país. Escolheu o dia 20 de novembro, por ser o possível dia da morte de Zumbi dos Palmares, que ocorreu em 1695. Era  muito mais significativo e emblemático do que comemorar o dia 13 de maio, Dia da Abolição da Escravatura, quando o regime escravocrata estava falido e não havia mais como se manter.
O 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez naquele mesmo ano de 1971. A ideia se espalhou por outros movimentos sociais de luta contra a discriminação racial e, no final dos anos 1970, já aparecia como proposta nacional do Movimento Negro Unificado. De lá para cá, a data tem motivado a promoção de fóruns, debates e programações culturais sobre o tema em todo o país.
ENCONTREI MINHAS ORIGENS
Encontrei minhas origens
em velhos arquivos
....... livros
encontrei
em malditos objetos
troncos e grilhetas
encontrei minhas origens
no leste
no mar em imundos tumbeiros
encontrei
em doces palavras
...... cantos
em furiosos tambores
....... ritos
encontrei minhas origens
na cor de minha pele
nos lanhos de minha alma
em mim
em minha gente escura
em meus heróis altivos
encontrei
encontrei-as enfim
me encontrei
Oliveira Silveira
Roteiro dos Tantãs

A cultura afro-brasileira e o seu lugar na educação

Em 2003, a  incluiu o Dia Nacional da Consciência Negra no calendário escolar, e tornou obrigatório o ensino sobre história e cultura afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e particulares.
Tendo em vista que a influência do negro marcou profundamente a identidade e a cultura nacionais, o reconhecimento e a inclusão dos conteúdos relativos à África e ao povo africano no currículo das escolas foram de extrema importância, mesmo que tenham sido somente no início do século 21. Dessa forma, os professores devem incluir em seus programas aulas sobre: história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional.
É claro que essa mudança não é automática nem simples, pois foram anos e anos de uma prática educacional onde o negro só aparecia nos pontos que discorriam sobre a escravidão no Brasil. É preciso fazer reconhecer a participação dos africanos na construção do país, seu legado cultural e sua participação no desenvolvimento brasileiro; inclusive, partindo da visão dos africanos e dos afro-descendentes, não somente do ponto de vista eurocêntrico (dos europeus) ou dos ditos dominantes, que acabavam dominando as leituras didáticas.
Conhecer e reconhecer o ponto de vista do negro e valorizar sua contribuição cultural não só diz respeito aos afro-descendentes, mas a todos nós, frutos de uma sociedade multicultural: a sociedade brasileira.
Sobre o tema da educação das relações étnico-raciais e do ensino de história e cultura afro-brasileira e africana, sugerimos uma visita ao site do Ministério da Educação (MEC), onde há diversas publicações sobre o tema.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

“Consciência Negra, amplie a sua”



A Secretaria de Estado de Educação, por meio da Diretoria de Educação, para a Diversidade, Inclusão e Cidadania, através da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial – COPIR, desenvolverá a “Semana da Consciência Negra” em comemoração ao Dia 20 de Novembro – Dia Nacional da Consciência Negra. Com objetivo de disseminar valores etnicorraciais no âmbito das escolas estaduais, desenvolvendo uma educação de qualidade, visando o tratamento permanente da temática História e Cultura Africana e Afro Brasileira, atendendo ao que institui as Diretrizes da Lei 10.639/03. Neste sentido, a COPIR divulga a Programação da Consciência Negra, com as ações, atividades e projetos que serão desenvolvidos por esta coordenação, pelas Escolas Públicas do Pará e demais instituições parceiras, como: SEJUDH, CEDENPA, UFPA/GEAM e Tacape Reggae. 


 

Programação alusiva marca o mês da Consciência Negra na UFPA


 

A Casa Brasil-África da UFPA e o Grupo de Estudos Afro-Amazônicos (Geam), sediados no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), realizam em novembro a programação do Mês da Consciência Negra. Uma das atividades promovidas foi o seminário “O ideal e o real nas políticas de saúde para a população negra do Pará”. O evento teve como objetivo discutir a situação das políticas de saúde da população negra do estado do Pará com vistas ao comprometimento do estado com ações efetivas. O seminário abriu a programação no dia 11 de novembro.

O evento contou com mesas-redondas e apresentações de grupos de trabalho. A primeira mesa, comandada pelos professores Jurema Wernek e Reginaldo, discutiu a questão do “Racismo institucional” e da “Política institucional de saúde da população negra”, já a segunda mesa fez uma breve apresentação dos grupos de pesquisa da UFPA com a população negra no estado do Pará.
Políticas Públicas - Os Grupos de trabalho abordaram temas como a questão do Controle social das políticas públicas e indicadores de saúde, da população negra no Pará, bem como da população quilombola e dos povos tradicionais de matrizes africanas. Também foram levantadas as questões do financiamento para políticas públicas da saúde dessas populações. Os grupos fizeram debates e apresentaram propostas de ações para o Estado.

76,7% dos paraenses se autodeclaram pretos ou pardos - Segundo dados de um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção e Igualdade Racial, a ser divulgado esta semana, na 3ª Conferência Nacional de Igualdade Racial, em Brasília, o Estado do Pará é a unidade da federação com o maior número de pessoas que se autodeclaram pretas ou pardas no país. No total, 76,7% dos paraenses se declararam pretos ou pardos no censo demográfico de 2010. Destes 69,5% se declararam pardos e 7,2%, negros. 

Mês da Consciência Negra - No Brasil, o Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro, mesmo dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Este dia é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira, e para lembrar-se da resistência do negro à escravidão. O mês no qual este dia está inserido recebe o nome de mês da Consciência Negra.  Muitas entidades como a CBA organizam palestras e eventos educativos, que objetivam evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, e da inferiorização desses povos perante a sociedade.

Programação CBA - A programação para o mês da consciência negra da Casa Brasil África, coordenada pelo professor Hilton Pereira, tem o apoio e a colaboração do Grupo de Estudos Afro-Amazônico (Geam), da Pró-reitoria de relações Internacionais (Prointer), do Instituto do Saber Ser Amazônia Ribeirinha (ISSAR), da Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESPA), do Coletivo Casa Preta, e do Grupo Vindos da África.
As atividades seguem até o dia 06 de dezembro, e consistem em um festival de filmes Africanos e palestras sobre literatura afro-amazônica, que abordarão as linguagens e os saberes Afro-Brasileiros, assim como a cultura, a história, e a mitologia africana, além de apresentações dos países africanos e caribenhos representados na UFPA. Haverá também oficinas de literaturas africanas de língua portuguesa e seus autores, e de danças africanas. Confira aqui a programação completa.

Serviço
Seminário de abertura do mês da Consciência Negra da Casa Brasil-África da UFPA.
Mais informações no Blog da Casa Brasil-África ou por e-mail: casabrasilafrica@gmail.com 
Texto: Beatriz Santos / Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Divulgação / Mia Couto
Publicado em: 13.11.2013 15:58 

Seminário discute Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Negras

O I Seminário sobre Saúde Sexual e Reprodutiva será promovido na Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Núcleo de Pesquisa Fenomenológica (NUFEN), ligado à Faculdade de Psicologia, em parceria com o Grupo de Estudos e Pesquisas Eneida de Moraes (GEPEM), da Faculdade de Ciências Sociais. O evento, que acontece de 20 a 22 de novembro, no Auditório Setorial Básico II, tem como objetivo fazer um balanço parcial da pesquisa desenvolvida de mesmo tema, que é financiada pelo CNPq e pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.
O evento também é direcionado à sociedade em geral para que conheçam e reflitam sobre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra. Além disso, o seminário pretende promover uma troca de experiências com os pesquisadores das universidades parceiras: UERJ e UNIFESP/Santos acerca das práticas em saúde, atenção à diversidade sexual, prevenção da saúde sexual, planejamento familiar.
Segundo a coordenadora do NUFEN e vice-diretora da Faculdade de Psicologia, professora Adelma Pimentel, o tema do seminário é uma maneira de entender que o reconhecimento dos processos de exclusão social da população negra brasileira constituiu um dos suportes para a implantação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). “A violência de gênero é uma violação dos direitos humanos. Somos responsáveis pela adoção de ações que eliminem a violência oficial e privada, em especial para as mulheres potencialmente vulneráveis por conta da sua origem étnica, da idade e de outro aspecto que determina ideologicamente alguém como ‘inferior’”, explica.

Programação - Durante o evento, serão realizadas mesas de debates, que discutirão sexualidade, saúde, preconceitos, direitos sexuais e reprodutivos, destacando e debatendo também as políticas públicas que se relacionam com cada tema. “A importância do debate da saúde da população negra é contribuir para que a sociedade participe do combate à iniquidade racial como fenômeno social amplo”, diz a professora Adelma Pimentel.
Como parte da programação, será ofertado o minicurso com o tema “Processos de Subjetivação e Identidade de Mulheres Negras”, que terá como facilitadora as professoras doutoras Adelma Pimentel e Anna Paula Uziel (UERJ). O curso, que coincide com o Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, é destinado a movimentos sociais, mulheres negras, comunidades e estudiosos em geral. Haverá, ainda, a participação das professoras doutoras Luzia Alvares e Monica Conrado(UFPA); Virginia Lunalva (Mãe Nalva), representando o Conselho Nacional de Igualdade Racial, a Associação Afro-Religiosa Mamãe Oxum e a Rede de Saúde dos Terreiros; e Cristiane Gonçalves (UNIFESP).

Inscrições – As inscrições para o seminário ficam abertas até o dia do evento. Os interessados devem realizá-las no GEPEM, localizado nos altos do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), em frente ao Laboratório de Informática, das 9h às 14h. Haverá certificado para os participantes que obtiverem 100% de frequência.

Serviço
I Seminário sobre Saúde Sexual e Reprodutiva
Local: Auditório Setorial Básico II - UFPA
Data: 20 e 22 de novembro
100 vagas


Minicurso “Processos de Subjetivação e Identidade de Mulheres Negras”Local: Bloco C do Campus Básico, sala de audiovisual do curso de Psicologia.
Data: 20 de novembro
Hora: 9h às 12h e 14h às 18h
25 vagas


Clique aqui para mais informações.

Texto: Fábia Sepêda – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Alexandre Moraes
Publicado em: 16.11.2013 18:30

Semana da Consciência Negra na Praça da República em 24/Novembro de 2013.


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Novo calendário para postagens das atividades à distância do Projeto "A cor da cultura".

Projeto "A cor da cultura"

 
Prezados Educadores da Rede Estadual de Ensino participantes do Projeto “A Cor da Cultura” nos pólos do Estado do Pará, nos municípios de Belém, Castanhal e Parauapebas.
Em reunião com a Coordenação do Canal Futura sobre a continuidade do Projeto temos os seguintes informes:

Novo calendário para postagens das atividades à distância do projeto:
-Até 30 de novembro de 2013 – postagem da primeira atividade a distância
-Até 15 de dezembro de 2013 – postagem da segunda atividade a distância
-Até 15 de janeiro de 2013 – postagem da terceira atividade a distância.
- Em Fevereiro de 2014 com data a confirmar – 2º momento presencial.

ATENÇÃO! No ambiente de Gestão as 1ª e 2º atividades à distância já estão abertas para postagens. Caso não consiga visualizá-las, verifique se seu cadastro sócio econômico foi preenchido. Somente dessa maneira as atividades ficarão liberadas para você.
Os educadores que por algum motivo não estejam cadastrados no ambiente de gestão deverão entrar em contato através do endereço: acordacultura@futura.org.br ou no 0800-9411004.

Na oportunidade, continuamos a solicitar a colaboração e sensibilização de todos os Gestores das USE'S e Diretores das Escolas Estaduais participantes do Projeto, no sentido de, implementar a aplicação da Lei 10.639/03 nos respectivos estabelecimentos de ensino mediante as ações previstas e utilização do kit educativo com os alunos e demais indivíduos da comunidade escolar.

NOVIDADE!!! Qualquer educador que queira socializar suas experiências pedagógicas, trocar idéias e estudar mais sobre a temática da Educação para as Relações Étnico-Racias podem se cadastrar na SalaCamutuê e se comunicar virtualmente com educadores do Brasil todo. Visite o site do Projeto no endereço: www.acordacultura.org.br e crie seu perfil.

EM BREVE! Estaremos postando em nosso blog alguns registros fotográficos das atividades realizadas nas Escolas Estaduais participantes do Projeto. Desta forma, o educador que já realizou alguma atividade na sua Escola solicitamos que nos envie o material para divulgação.

PÓLO DE TUCURUÍ

Educadores inscritos no pólo de Tucuruí para o 1º momento de Formação Presencial do Projeto “A cor da Cultura” está confirmada a Formação para os dias 26, 27 e 28 de novembro de 2013

LOCAL: Vila Permanente - Centro Comercial - Centro de Treinamento da Eletronorte.

Ofertaremos vagas para preenchimento de 4 (quatro) turmas.

Quaisquer dúvida, favor procurar a Profa. Tereza Nogueira da 16ª URE, sito à Rua Argentina, nº 66, telefone: (94) 3787-2234 ou no e-mail: unidade16@seduc.pa.gov.br

I Seminário de Saúde Sexual e Reprodutiva de Mulheres Negras


Programação para o Mês da Consciência Negra da Casa Brasil-África da UFPA - CBA



II Kizomba Pedagógico na Amazônia e I Encontro de Militantes Culturais do Campo, da Água e da Floresta