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Curso Afro-Pará

EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Rede escolar contextualiza história de quilombolas

A partir deste mês, a Coordenadoria de Educação para Promoção da Igualdade Racial (Copir) da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) iniciará a programação do Seminário para Elaboração de Conteúdos para Alunos Quilombolas, com o tema “Relações Étnico-raciais na Educação Básica: As Interfaces da Cultura Afro-brasileira e Africana no Currículo Escolar”.  O seminário será itinerante e percorrerá dez Unidades Regionais de Educação (UREs) em municípios-sede de comunidades quilombolas: Mocajuba, Cametá, Abaetetuba, Óbidos, Castanhal, Salvaterra, Baião, Oriximiná, Santarém e Belém.

A realização do seminário justifica-se pela necessidade de cumprimento da Lei 10.639/2003, priorizando a educação étnico-racial – valorização da cultura negra como um dos pilares da cultura e identidade brasileira. Outra justificativa é a de que o desafio de tornar a escola um local atraente ao estudante, para a assimilação de conhecimentos e construção da cidadania, ganha contornos específicos quando inserido no contexto da educação escolar quilombola, destinada a crianças, jovens e adultos negros remanescentes de quilombos (locais de resistência dos antigos escravos no Brasil).

Esse seminário se insere no conjunto de ações do projeto Educação Etnicidade e Desenvolvimento: Fortalecimento de Negros e Negras Quilombolas na Educação Básica. “O evento corresponde a uma das quatro fases do projeto. As outras três fases, em sequência, são oficinas técnicas para formação de facilitadores (as); oficinas para estudantes em comunidades quilombolas (Abaetetuba, Bagre, Bonito, Cametá, Irituia, Oeiras do Pará, Oriximiná, Ponta de Pedras, Santa Luzia do Pará e Viseu); e como quarta etapa, a realização de um Encontro Estadual de Alunos Quilombolas, no final do ano, com a participação de 400 estudantes quilombolas”, destaca a coordenadora da Copir, Creusa Santos.

Segundo alguns técnicos que atuam na educação escolar quilombola, o seminário itinerante enfocará a necessidade identificada por eles de se trabalhar a escola para abordar a realidade de crianças e jovens quilombolas, ou seja, a educação se apresenta como algo prazeroso e que vá contribuir com a cidadania desses cidadãos. “A escola precisa tratar de assuntos de interesse do dia a dia das comunidades quilombolas, como a identidade, a luta pelo território e o acesso a políticas públicas, como parte de um processo de autoconhecimento dos membros das comunidades”, destacou o professor Tony Vilhena.

Igualdade racial - A representante da Secretaria Municipal de Tracuateua, Keila Saldanha, visitou a sede da Seduc na manhã desta terça-feira, 9, para articular o apoio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial nas ações para efetivação da Coordenadoria de Equidade Racial Quilombola.

Criada no dia 13 de maio, a nova coordenação deve subsidiar o ensino diferenciado que será ofertado nas seis escolas quilombolas da região, amparado pela Lei nº 12.288, sobre o Estatuto da Igualdade Racial e da Lei nº 10.639, de 2003, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e torna obrigatório o ensino de história e cultura da África e das populações negras nas escolas de ensino fundamental e médio de todo o país.

Keila Saldanha foi recepcionada pela titular da Copir, Creuza Santos, e os técnicos que atuam nas formações da Educação Escolar Quilombola em todo o Estado. “Os técnicos da Seduc fizeram uma visita recente ao município e viemos retribuir a ação, e já aproveitar para conversar sobre as ações que serão realizadas em parceria com a Seduc”, disse Keila Saldanha.

A representante de Tracuateua aproveitou para distribuir mudas de Ipê, árvore símbolo do município que no período de agosto a setembro deixa o corredor principal da cidade todo coberto com flores amarelas, na Florata dos Ipês. As ações entre Semed de Tracuateua e Seduc devem ser realizadas no segundo semestre de 2015. (Com informações de Julie Rocha – Ascom Seduc)

Eduardo Rocha (Ascom)
Secretaria de Estado de Educação

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Seduc articula ações para fortalecer educação quilombola de Tracuateua.




A representante da Secretaria Municipal de Tracuateua, Keila Saldanha, visitou a sede da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) na manhã desta terça-feira (09), para articular o apoio da Coordenadoria de Promoção da Igualdade racial (Copir) nas ações para efetivação da Coordenadora de Equidade Racial Quilombola.

Criada no dia 13 de maio, a nova coordenação deve subsidiar o ensino diferenciado que será ofertado nas seis escolas quilombolas da região, amparado pela Lei nº 12.288, sobre o Estatuto da Igualdade Racial e da Lei nº 10.639, de 2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e torna obrigatório o ensino de história e cultura da África e das populações negras nas escolas de ensino fundamental e médio de todo o país.

Keila Saldanha foi recepcionada pela titular da Copir, Creuza Barbosa dos Santos, e os técnicos que atuam nas formações da Educação Escolar Quilombola em todo o Estado. “Os técnicos da Seduc fizeram uma visita recente ao município e viemos retribuir a ação, em nome do prefeito Aloizio Barros e o secretário de Educação de Tracuateua, Júnior Barros, e já aproveitar para conversar sobre as ações que serão realizadas em parceria com a Seduc”, disse Keila Saldanha.

A representante de Tracuateua aproveitou para distribuir mudas de Ipê, árvore símbolo do município que no período agosto a setembro deixa o corredor principal de Tracuateua todo coberto com flores amarelas, na Florata dos Ipês. As ações entre Semed de Tracuateua e Seduc devem ser realizadas no segundo semestre de 2015.


Texto: Julie Rocha
Foto: Advaldo Nobre
Ascom/Seduc

terça-feira, 2 de junho de 2015

Copir Informa - Feira do Livro


Edital do II Curso de Especialização em História Afro-brasileira e Indígena

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO TOCANTINS/CAMETÁ
FACULDADE DE HISTÓRIA – FACHTO

SELEÇÃO PARA O CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM HISTÓRIA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA


A Coordenação do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu em História Afro-Brasileira e Indígena, da Faculdade de História, Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, informa que estão abertas as inscrições para a Seleção 2015, do referido curso, conforme o calendário e as condições previstas no edital nº 01/2015 – Especialização História Afro-brasileira e indígena/UFPA (que segue anexado).
O curso tem como proposta a formação de educadores e pesquisadores qualificados criticamente para a construção de uma nova história do país, interessados em organizar currículos desmistificadores dos preconceitos etnicorraciais atribuídos às populações negras e indígenas.
A especialização é gratuita, interdisciplinar e de modalidade intervalar (com disciplinas presenciais em julho de 2015 e janeiro de 2016). Disponibiliza 25 vagas, para graduados interessados em trabalhar com a questão etnicorracial em sua proposta de pesquisa e formação.
A seleção para uma vaga no curso consistirá na análise do projeto de pesquisa; comprovação curricular (lattes); e entrevista.
As inscrições deverão ser efetuadas até o dia 05 de junho de 2015, no horário das 8h às 12h e das 16h às 20h, na Faculdade de História do Campus Universitário do Tocantins/UFPA-Cametá, localizada na Trav. Padre Antônio Franco, n.º 2617, bairro da Matinha, Cametá-PA.

Outras informações podem ser obtidas com a Coordenação do Curso de Pós-graduação Lato sensu em História Afro-brasileira e Indígena através do:
Telefone: (91)98839 5982 (WhatsApp)



Coordenação do Curso de Pós-graduação Lato sensu em História Afro-brasileira e Indígena

Belém, 15 de maio de 2015.