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Jornalistas de todo o Brasil podem participar. Os candidatos podem concorrer em seis categorias (Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Internet, Mídia Alternativa ou Comunitária e Fotografia) e mais a categoria especial de gênero Jornalista Antonieta de Barros.
Lançado em maio pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro, o prêmio distribuirá R$ 35 mil em sete categorias para valorizar as coberturas jornalísticas que desenvolvam pautas sobre desigualdades, relações raciais, populações ou comunidades tradicionais, saúde da população negra, juventude negra, intolerância religiosa, discriminação racial, dentre outras temáticas.
O concurso homenageia o ativista dos direitos humanos e ex-Senador, Abdias Nascimento, falecido recentemente aos 97 anos. Abdias atuou como jornalista e foi um incansável orador pela defesa dos direitos civis dos negros no Brasil. “Ele denunciava a farsa da democracia racial, dava exemplos chocantes, mostrando que para a comunidade negra a realidade era sempre muito pior”, conta a jornalista Mirna Grzich, que acompanhou sua trajetória ao longo da década de 1970.
O Prêmio Jornalista Abdias Nascimento é uma iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), vinculada Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ). E conta com o apoio da Oi, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Centro de Informações das Nações Unidas (ONU), do Cultne (Acervo Digital de Cultura Negra) e do Ipeafro. O patrocínio é da Fundação Ford e Fundação W. K. Kellogg.
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