EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Observatório Afrolatino
"Livro
organizado pela moçambicana Paulina Chiziane e pela angolana Dya
Kasembe, ambas escritoras, esta obra reúne oitenta narrativas de
mulheres angolanas que sobreviveram à guerra para contar as suas
histórias. A recensão da revista angolana África 21 diz que "Este livro
fala da guerra, do desespero e da desilusão das sobreviventes, mas
também do amor à vida debaixo de um céu coberto de pólvora". Um livro
que inscreve na memória colectiva e na história de Angola, "Heroínas sem
Nome", esses actores periféricos cujas experiências de vida são quase
sempre silenciadas pelo discurso oficial da história. Editado pela
Nzila, o livro pode ser encomendado à ONG, APN, Ajuda Popular da Noruega
em Luanda: contacto Catarina Fernando, npa.ang.catarina@netcabo.co.ao"
Por Ninfa Patiño Sánchez
Este
trabalho tem como objetivo investigar sobre a vida e a luta de Juan
García, para entender como seu discurso influenciou e continua
influenciando na construção do processo organizativo e identitário das
comunidades negras do Equador. Este livro foi feito com o apoio do
Ministerio de Cultura do Equador.
O
livro, de Paulo Melgaço da Silva Júnior, relata a biografia de Mercedes
Baptista, um ícone da dança negra. Com a vida de Mercedes, é contado
também o desenvolvimento da dança negra no Brasil.
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Palmares e Cadon farão a entrega do Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-brasileiras
Será entregue na próxima segunda-feira
(7), às 19 horas, o 2º Prêmio Nacional de Expressões Culturais
Afro-Brasileiras. A cerimônia será realizada no Teatro Rival, no Rio de
Janeiro, com a presença de representantes dos 20 projetos vencedores das
cinco regiões do país.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Professor da rede estadual do Pará, Bruno Borda tem atuação social junto a juventude da periferia de Belém como cantor de rap
Mc Bruno BO lança música com parceria de Gaby Amarantos
Bruno B.O. & Gaby Amarantos - #FlorestaDeConcreto by MekBeat
Um dos pioneiros do Rap e do Ragga no Pará, @mcbrunobo, e a maior representante do Technobrega do estado, destaque nacional da música independente, @GabyAmarantos, uniram-se numa produção de Mek Beat, que retrata a atmosfera urbana e periférica amazônica, na maior capital da região, Belém do Pará. A música utiliza as influências afro latinas comuns à musicalidade urbana paraense em comunhão com a pegada Rap de Bruno B.O., Mek Beat e DJ Morcegão. A música fará parte do Ep #FlorestaDeConcreto, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2012, e que contará ainda com as participações de Wagner Bagão (Dubalizer), DJ LX StereoDubs, ProEfx e Delinquentes HC.
Bruno BO recebeu em 2010 do Ministério da Cultura o Prêmio Cultura Hip Hop Edição Preto Ghoez, na categoria "Conexões-Região Norte", por sua fusão de rap, rock, ragga e espiritualismo, influenciada pela musica urbana paraense.
Baixe a música aqui
Para conhecer mais o trabalho de MC Bruno BO baixe aqui o CD-Demo "Direito de Resposta"
http://www.badongo.com/file/2647307
http://www.badongo.com/file/2647307
Sala de aula e Áfricas ocultas
Quando chega à sala Iyá Obá Biyi, do primeiro ano do ensino
fundamental, a vice-diretora Iraildes Nascimento saúda os pequenos
alunos com um yá agô (com licença). Ao que todos logo respondem: agô yá
(licença concedida). Por toda a Escola Municipal Eugênia Anna dos
Santos, essas e outras "palavras básicas de convivência" da língua
iorubá são lembradas em murais e cartazes pendurados ao lado de fotos de
mães de santo. Perto dali, numa escola estadual na Estrada das
Barreiras, a professora de História Luciana Araújo até tenta falar sobre
candomblé e religiões africanas com as turmas de adolescentes. Mas,
quase sempre, alguém debocha e pergunta: "Você é macumbeira, não é?"
População negra ainda sofre com a desigualdade no mercado de trabalho
Desde 1886, vários países do mundo
celebram o dia 1º de maio como a data comemorativa das conquistas dos
trabalhadores ao longo da história. No Brasil, mesmo com a Consolidação
das Leis do Trabalho – CLT em 1943, as diferenças históricas
desfavoráveis aos negros no mercado de trabalho ainda persistem.
Um estudo divulgado em 2011 pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
(Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade)
apontou que na região metropolitana de São Paulo (universo da pesquisa) a
taxa de desemprego dos negros é maior que a dos não negros (brancos e
amarelos) e o rendimento é menor.
Spike Lee entrevista a Ministra da Igualdade Racial Luiza Bairros para documentário “Go Bazil Go!”
O cineasta está no Brasil desde terça-feira (24), capturando imagens para projeto audiovisual sobre o país
Ícone do cinema afro-americano, o cineasta estadunidense Spike Lee entrevistou hoje (26) a Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros. Diretor, produtor e roteirista, Spike está no Brasil desde a última terça-feira, capturando imagens e participações de várias personalidades para o seu documentário “Go Brazil Go!”. A conversa com a ministra foi pautada em questões relativas às desigualdades raciais do país e nos avanços alcançados na área.
Além da ministra Luiza Bairros, estão na lista de entrevistados a presidenta Dilma Rousseff; os deputados federais Luiz Alberto e Romário; os cantores Gilberto Gil, Jorge Ben Jor e Chico Buarque; e o ex-jogador de futebol Pelé. O documentário, que fala sobre a emergência do país no cenário internacional, deve ser lançado antes da Copa do Mundo Fifa 2014.
Spike Lee se destaca na indústria cinematográfica pela abordagem da temática racial. A ele se atribui a abertura de portas em Hollywood para uma conscientização sobre os problemas sociais dos Estados Unidos.
O cineasta já esteve no Brasil para filmar o clipe “They Don’t Care About Us”, de Michael Jackson, no Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador, com o Olodum. Em 1989, conseguiu reproduzir com maior fidelidade a sua visão do cotidiano das minorias com o filme “Do the Right Thing” (Faça a Coisa Certa), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar por melhor roteiro original.
Coordenação de Comunicação da Seppir
INTERPET-UFRA 2012
O Programa de Educação Tutorial (PET) e um programa
que abrangem todas as instituições de ensino do Brasil e na qual os membros do
CAEP participam e participaram do Grupo PET-Pesca/UFPA, fica a nosso critério a
divulgação também das atividades exercidas pelo grupo PET, tornando as
públicas, promovendo assim parceria entre os C.A's e grupos PET's do Estado,
afim de fortalece a categoria estudantil, tendo maior representação e força
frente as lutas de classe.
Comunidades quilombolas iniciam discussão de proposta popular para o desenvolvimento do Oeste do Pará
Além de representante das 10 comunidades quilombolas de Santarém,
a atividade teve participação de integrantes da CPT, do MAB, do Grupo
Consciência Indígena e do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras
Rurais do município.
Lideranças, jovens e moradores das dez comunidades remanescentes de quilombos do município de Santarém/PA participaram da primeira oficina do Projeto “Direitos Humanos e Desenvolvimento no Oeste do Pará: combate à pobreza extrema através da educação em direitos humanos”, realizada nos dia 21 e 22 de abril, pela Terra de Direitos.
A metodologia da atividade seguiu o roteiro de apresentar e fomentar o debate sobre as frentes de desenvolvimento que hoje exercem influência e convergem para o Oeste do Pará e como estas se relacionam com a afirmação dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais dos povos da região, especialmente os quilombolas.
Lideranças, jovens e moradores das dez comunidades remanescentes de quilombos do município de Santarém/PA participaram da primeira oficina do Projeto “Direitos Humanos e Desenvolvimento no Oeste do Pará: combate à pobreza extrema através da educação em direitos humanos”, realizada nos dia 21 e 22 de abril, pela Terra de Direitos.
A metodologia da atividade seguiu o roteiro de apresentar e fomentar o debate sobre as frentes de desenvolvimento que hoje exercem influência e convergem para o Oeste do Pará e como estas se relacionam com a afirmação dos direitos humanos econômicos, sociais, culturais e ambientais dos povos da região, especialmente os quilombolas.
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