| Advaldo Nobre/Ascom Seduc
A representante do Grupo de
Resistência de Travestis e
Transexuais da Amazônia (Gretta),
Simmy
Larrat fez palestra durante o evento
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O acesso e a permanência de estudantes travestis e transexuais nas escolas da Rede Pública Estadual de Ensino são alvo da campanha pela inclusão do Nome Social lançada na manhã desta terça-feira (3), com a participação de gestores de Unidades Seduc na Escola (USE's), no auditório do Laboratório Central (Lacen), em Belém. A campanha é coordenada pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e busca efetivar, no cotidiano das escolas, a portaria 16 de 2008 e o decreto 1675 de 2009, que preveem o respeito ao nome social, independentemente de registro civil, sobretudo no ato da matrícula. De 2009 até hoje, o crescimento de estudantes que passaram a usar no pré-nome social foi tímido, partindo de 417 naquele ano para 550 em 2012.
