EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

“Mulheres Negras: um Olhar sobre as Lutas Sociais e as Políticas Públicas no Brasil”


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    “Mulheres Negras: um Olhar sobre as Lutas Sociais e as Políticas Públicas no Brasil”, organizado por Jurema Werneck, é o mais novo lançamento de Criola, com a vantagem de pode ser baixando de imediato da internet, bastando clicar AQUI. Abaixo, a Apresentação do livro e, em seguida, o Sumário.
   “As mulheres negras têm sido parte importante da sociedade brasileira há cinco séculos. Como grupo social específico em defesa de seus interesses ou como parte do amplo contingente negro ou geral que luta por justiça social e inclusão social, sua atuação pode ser vista desde o regime escravocrata até hoje. De fato, as lutas das mulheres negras por equidade se desenvolve ao longo dos séculos e devemos reconhecer que têm sido parte fundamental dos amplos segmentos que constroem cotidianamente o Brasil como nação. Ainda que violentamente invisibilizadas – pois atuam num contexto de racismo e sexismo – colocam à disposição da sociedade séculos de lutas, de pensamento a serviço da ação transformadora. Em seu horizonte, uma sociedade sem iniquidades, sem racismo, sexismo, sem as desigualdades de classe social, de orientação sexual, de geração ou de condição física e mental, entre muitas outras.

Vestibular para povos tradicionais da Amazônia começa no dia 13

 
  Para ajudar na promoção do desenvolvimento econômico e social e na melhoria de condições de vida nas comunidades tradicionais da Amazônia, desde 2008 a Universidade Federal do Pará (UFPA) mantem o curso de Etnodesenvolvimento, sediado no campus de Altamira. A seleção que oferta 45 vagas para estudantes oriundos de povos indígenas e de comunidades tradicionais, tais como ribeirinhos, quilombolas, caboclos, agricultores familiares, camponeses e assentados, começa no dia 13 de janeiro.

Incra assume compromisso de criar Biblioteca Virtual Quilombola

     Um termo de compromisso firmado pela Secretaria de Políticas de Promoção de Igualdade Racial da Presidência da República (SEPPIR), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (Nead) do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e a Fundação Cultural Palmares vai permitir a criação da Biblioteca Virtual Quilombola.
     O espaço disponibilizado na rede mundial de computadores tem por objetivo dar visibilidade aos estudos e memórias das comunidades quilombolas no Brasil. O compromisso público de construir, disponibilizar e manter a biblioteca foi assumido durante a 8ª edição da Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Fenafra), em novembro, diante de uma plateia formada majoritariamente por quilombolas.
      Para o presidente do Incra, Carlos Guedes de Guedes, esse trabalho se incorpora a um conjunto de ações para dar transparência às atividades da autarquia e prestação de conta ao público beneficiário. "Começamos a dar acesso público ao que já fizemos no sentido de reconhecer a titularidade de territórios quilombolas e a memória desses povos. É com muito orgulho que colocamos à disposição da sociedade essa parte da história brasileira que está sendo contada por meio do trabalho do Incra", afirmou.

Biblioteca da ENAP divulga mais de 30 publicações sobre igualdade racial para download

Em Dezembro de 2012 a Biblioteca Graciliano Ramos, da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), divulgou o Boletim Eletrônico de Bibliografias Especializadas com o tema Igualdade Racial. O informe traz 45 publicações, muitas delas disponíveis para download gratuito. Entre elas está o livro organizado pelo atual Secretário Executivo da SEPPIR, Mário Theodoro: “As políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição”, então diretor de cooperação e desenvolvimento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A solicitação de materiais não disponíveis em meio eletrônico deverá ser feita por meio do e-mail: biblioteca@enap.gov.br
A reprodução dos documentos bibliográficos do acervo é permitida desde que não acarrete danos aos documentos e que esteja de acordo com a Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610, de 19/02/98), para fins acadêmicos, uso próprio, sem fins lucrativos e em uma única cópia para: partes de livros e similares; artigos de periódicos.

Prorrogadas inscrições em editais de fomento à cultura negra

 Prêmio Funarte de Arte Negra: inscrições prorrogadas até 25 de março
Curta-Afirmativo e Funarte de Arte Negra inscrevem até o dia 25 de março. Incentivos contemplam diversas linguagens artísticas e chegam a R$ 10 milhões
Quatro dos cinco editais para o fomento à produção cultural negra lançados em novembro passado pelo Ministério da Cultura (Minc) em parceria com a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), tiveram o prazo de inscrição prorrogado para o dia 25 de março, aumentando a chance de artistas, estudantes, escritores e produtores negros transformarem sonhos em realidade.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Confraternização da COPIR na Ilha da Caratateua-Outeiro

 
  
Na ilha de Caratateua, Praia do Amor, foi onde a COPIR celebrou a vida e as suas realizações em 2012. A chuvosa tarde do dia 20 de dezembro de 2012 foi marcada por muitas risadas e descontração, pois a antiga e atual equipe da COPIR se reencontrou para partilharem alegrias, conquistas e os desafios na busca de uma educação das relações etnicorraciais.












O Marituba foi o lugar escolhido, que durante a chuva perdeu a energia elétrica, mas devido a sinergia da equipe, a alegria permaneceu garantida pelas músicas cantadas em capela e palmas. Ali estiveram presentes os amigos Amilton Sá Barretto, Joana Nascimento, Tatiane Mendes e Mario Vitor, Ilka Oliveira, Tony Vilhena, Carlas Reis, Cilene Melo,Iris Moraes, Marcos Pinheiro, Maura Fonseca, Renata Santos, Silvana Diniz, Rosilda Santana e Marcelo. No primeiro flash da festa, houve um verdadeiro banquete a base de peixes variados como filhote na brasa e pescada frita e muito camarão ao bafo. 

 
Nesse ínterim, as lembranças sobre atividades realizadas, fatos cômicos e as muitas vivências eram recontadas enquanto aprendizados da práxis da COPIR. Vale ressaltar ainda a fala da atual equipe, tal como se expressaram as pedagogas Renata Santos, Cilene Melo, Carla Reis, e Maura Fonseca, as quais frisaram o quanto têm aprendido com os trabalhos e formações quem vêm sendo realizados através do Projeto “Educação e Etnicidade...” em Escolas quilombolas, portanto, são agradecidas e, mesmo tendo convicções religiosas distintas, reconhecem a necessidade de se buscar uma pratica pedagógica livre de preconceitos, dando-se o devido respeito à cultura e religiões de matriz africana e afrobrasileiras estudadas e/ou vivenciadas no ambiente escolar.

 
A tradicional festa de Amigo Secreto materializou a oportunidade de todos se presentearem, além de desejarem palavras de estima e sucesso. Tony Vilhena, tendo recebido a palavra de Sá Barretto, passou a narrar uma historia de Eduardo Galeno acerca de uma criança que nunca havia visto o mar, então, surpreendida pela sua imensidão e beleza, ali na praia estendeu a sua mão a mãe que a acompanhava e pediu “mãe, segura na minha mão para juntas compartilharmos quão grande maravilha”! Nesse sentido, a narrativa motivou a cada um dos presentes que diante da imensidão da vida podemos ainda estender a mão àquelas pessoas que convivemos, e assim compartilhar grandes experiências. 
 
Em meios aos raios, trovões, e ventos (Eparrei, Oyá!) que vinham da baía, a troca de presentes representou um momento único aos amigos que se emocionaram até as lagrimas, mas os risos eram logo retomados devido a música que era cantada em alto e bom som “...Chora! Não vou ligar... Chegou a hora... Vais me pagar... Pode chorar Pode chorar... Mas chora!”… risos!
Quantas surpresas, mais um momento especial: a comemoração do aniversario de Sá Barretto, com direito a bolo de chocolate, brigadeiros e chapéus nas cores da bandeira da Jamaica. Nas palavras do aniversariante, “o dia do nosso nascimento, é quando celebramos a nossa própria existência no mundo, que deve mesmo é ser comemorada, festejada!” Ao som das palmas, o parabéns foi cantado na língua africana Yorubá “...Odun dara dara re ou Ni ayò ójo ìbi re...”! 






Porquanto é no ritmo de festa alegria que a equipe da COPIR marca a passagem de mais um ano de trabalho e dedicação voltada a Educação das Relações Etnicorracias e a uma sociedade sem racismo
Aos professores, entidades, associações, lideranças e demais colaboradores que no ano de 2012 estabeleceram parcerias com esta Coordenadoria, recebam nossos sinceros agradecimentos e, por conseguinte, em nossa atuação na superação de práticas discriminatórias no ambiente escolar, na formação dos professores e professoras da educação básica e demais objetivos que alcançaram resultados positivos visto a contribuição de todos.

Axé! E que venha 2013!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Tambor de Crioula recebe título de Patrimônio Cultural do Brasil

 
Tambor de Crioula
Na sexta-feira, dia 14 de dezembro, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Maranhão (IPHAN-MA) titulou o Tambor de Crioula, manifestação da cultura popular registrada em 18 de junho de 2007 no Livro de Registro das Formas de Expressão como Patrimônio Cultural do Brasil.
O título de Patrimônio Cultural também mobiliza recursos públicos dos governos Federal e Estadual que serão aplicados na proteção do Tambor de Crioula. Com esses recursos, que envolvem um convênio assinado entre IPHAN-MA e Secma de R$ 500 mil na execução do projeto Salvaguarda do Tambor de Crioula. Esses investimentos possibilitarão a realização de encontros, festivais, oficinas e seminários voltados para os praticantes do tambor com objetivo de valorizar e preservar a preservação dessa expressão cultural maranhense. Ainda está prevista a produção de vídeos, gravação de CDs e a compra de equipamentos para o Centro de Referência do Tambor.

Mais informações:
IPHAN-MA
iphan-ma@iphan.gov.br
(98) 3231-1388
 
Fonte: Ascom - IPHAN/MA


domingo, 16 de dezembro de 2012

Chamada de artigos Revista História e Diversidade



     A revista eletrônica HISTÓRIA E DIVERSIDADE, do Curso de Licenciatura Plena em História da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT, vinculada a Linha de Pesquisa "Ensino de História, Educação Escolar Indígena e Diversidade Cultural" é uma revista destinada à publicação de trabalhos oriundos de estudos, pesquisas, experiências didático-pedagógicas e/ou de extensão sobre as temáticas relacionadas à História e Historiografia; Ensino de História; Formação de Professores; Diversidade Cultural e temáticas afins.

Prêmio “Mulheres Negras contam sua História”



"Mulheres Negras contam sua História" vai premiar cinco melhores redações com R$ 5 mil. Cinco candidatas selecionadas na categoria “Ensaio” receberão R$ 10 mil. 

Inscrições poderão ser feitas no período de 21 de novembro de 2012 a 25 de janeiro de 2013.