EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Copir participa de lançamento do Edital Gestão para Equidade - Juventude Negra

GESTÃO ESCOLAR PARA EQUIDADE -JUVENTUDE NEGRA
No dia 24 de outubro, foi apresentado no Centro Cultural Praça das Artes em São Paulo, com apoio do instituto UNIBANCO, o BAOBÁ e UFSCAR, o II lançamento do Edital Gestão para Equidade - Juventude Negra, com o objetivo de implementar práticas no espaço escolar de melhorias das relações etnicorraciais capazes de trazer avanços nos resultados dos estudantes negros e negras do ensino médio.

As escolas públicas de ensino médio e organizações sociais que atuam na área da educação estão convidados a apresentar os seus projetos , que devem contemplar quatro eixos: valorização da diversidade, combate as desigualdades, estímulo ao protagonismo juvenil e participação da comunidade escolar.

A Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial -COPIR, que esteve representada pela professora Deusilene Lisboa, sente-se grata por ter participado deste evento tão importante para a superação do racismo e o empoderamento da juventude negra, no sentido de pertencimento étnico e protagonismo na sociedade.









terça-feira, 25 de outubro de 2016

COPIR no Seminário do Programa "Escravo, nem Pensar!"

O programa Escravo, nem pensar!, é coordenado pela ONG Repórter Brasil, teve início em 2004, graças a uma parceria com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República.
Sua missão é diminuir o número de trabalhadores aliciados para o trabalho escravo e submetidos a condições análogas a de escravidão nas zonas rural e urbana do território brasileiro, por meio da educação.
No Pará, o objetivo é formar especialistas de Educação e gestores das 20 USEs e de 7 UREs (Abaetetuba, Castanhal, Conceição, Mãe do Rio, Marabá, Santa Izabel e Tucuruí). A formação terá três encontros presenciais, até 2017.
O primeiro encontro acontece nos dias 25, 26 e 27 de outubro, em Belém (PA), no auditório da Escola de Educação Tecnológica Magalhães Barata. A formação tem parceria também com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Secretaria Extraordinário de Integração de Políticas Sociais e apoio do Ministério Público do Trabalho no Pará.

Educadores da rede estadual recebem formação de combate ao trabalho escravo


O Pará é o campeão de ocorrência de trabalho escravo: de 1995 a 2015, 12.799 pessoas foram libertadas em um total de 1076 casos. O Estado é o terceiro em origem de trabalhadores resgatados no país, atrás de Maranhão e da Baia. Para prevenir e educar a população quanto a este tipo de trabalho, 60 gestores e técnicos em educação da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) iniciaram, nesta terça-feira (25) a Formação de gestores públicos de educação do estado do Pará sobre o trabalho escravo.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Lançamento da 2ª edição da Revista digital In Form@ção


Lançamento da 2ª edição da Revista digital In Form@ção, no dia 14 de outubro do corrente.

PROGRAMAÇÃO
16h – Composição da mesa de abertura:
          - Secretário Adjunto de Ensino: Profº Dr. José Roberto Alves
          - Coordenador do CEFOR: Profº Dr. Carlos Alberto Miranda
          - Editor da Revista: Profº Ms Marcelo Carvalho
16:30h – Roda de conversa: “Aproximando o saber acadêmico das práticas e saberes pedagógicos”
            Mediadoras: Profª Dra. Diana Lemes (UEPA e SEMEC)
                                 Profª Msc. Jacirene Albuquerque (UEPA e SEDUC)
            Debatedores:  os autores dos artigos 
18h: Entrega dos Certificados aos autores
18:30h: Programação cultural e coquetel 

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Tela Negra no Museu Goeldi

Culturas afro-amazônicas na Primavera do Museu Goeldi

Ações gratuitas evidenciam a riqueza das tradições africanas. Programação faz parte da temporada cultural “Primavera dos Museus”

Agência Museu Goeldi – As histórias e tradições dos povos africanos que chegaram escravizados são uma das bases fortes da formação da identidade da população brasileira. Na contramão de seu valor, esse grande patrimônio é pouco valorizado nas ruas, na mídia e nas escolas. O preconceito que cerca várias das tradições afro-brasileiras tem sido mais forte.
A Lei. 10.639, de 2003, torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em todas as escolas do país, mas, uma campanha agressiva quer mudar essa história e defende o veto de alguns artigos desta lei, que busca promover a autoestima da cultura afro-brasileira.
Em sintonia com a legislação vigente, a edição 2016 da “Primavera dos Museus”, no Museu Paraense Emílio Goeldi, dedica parte da sua programação para divulgar a herança das culturas africanas e sua relação com a natureza amazônica. As atividades acontecerão a partir da próxima semana e têm entrada gratuita. Confira:
Tela Negra – Na próxima segunda-feira, 19, acontecerá a exibição do projeto “Tela Negra”. A atividade é uma parceria do Museu Goeldi com a Secretaria da Educação do Pará para discutir produções audiovisuais sobre as culturas africanas no Brasil. Neste dia, haverá a projeção do vídeo “Afroamazônico e seus símbolos”. O audiovisual faz parte de um material educativo organizado pela bolsista de educação do Museu Goeldi, Tainah Coutinho Jorge, e está integrado a uma trilha que pontua as relações entre culturas afro religiosas e as plantas e cenários encontrados na coleção florística do Parque Zoobotânico do Goeldi. Após a sessão, os participantes farão o percurso da trilha.
Oficina “Patrimônio, Memória e Imagem” – A atividade acontecerá entre os dias 28 e 30 de setembro, de 9h às 12h. O objetivo da oficina é propor aos participantes a reflexão acerca do passado e da compreensão da representatividade da memória, do reconhecimento e pertencimento do patrimônio.
A oficina mostrará como usar recursos de imagem para desenvolver tais questões, revisitando a cultura afrodescendente nos espaços públicos, buscando uma valorização de sua presença e estudando a historicidade social da cultura negra.
As inscrições para uma das 10 vagas da oficina são presenciais e devem ser feitas no Serviço de Educação (SEC) do Museu Goeldi, localizado no Parque Zoobotânico do Museu Goeldi. A entrada para inscrições será realizada pela lateral do parque, na Avenida 9 de Janeiro.
Trilha “Afro Amazônicos e seus símbolos” – A “10ª Primavera dos Museus” despede-se do Museu Goeldi junto com o mês de setembro, no dia 30. Às 9h, no Parque Zoobotânico, será realizada uma edição especial da trilha “Afro Amazônicos e seus símbolos”. Os interessados deverão agendar a visita pelo Núcleo de Visitas Orientadas (NUVOP) por meio do número (91) 31823249.

Serviço
Tela Negra
Exibição do vídeo 'Afroamazônicos e Seus Símbolos'
Palestrante: Tainah Coutinho Jorge e Simone Araújo
Dia: 19 de Setembro
Hora: 9h às 12h
Local: Auditório Alexandre Ferreira, Parque Zoobotânico do Museu Goeldi (Avenida Magalhães Barata, nº 376, bairro São Braz)

Oficina “Memória, Patrimônio e Imagem”
Oficineiras: Tainah Coutinho Jorge e Simone Araújo
Dias: 28 a 30 de Setembro
Hora: 9h às 12h
Local: Auditório Alexandre Ferreira, Parque Zoobotânico do Museu Goeldi (Avenida Magalhães Barata, nº 376, bairro São Braz)
Vagas limitadas
Inscrições: Serviço de Educação do Museu Goeldi (Avenida Magalhães Barata, nº 376, bairro São Braz)

Trilha “Afro Amazônicos e seus símbolos”
Dia: 30 de Setembro
Hora: 9h
Local: Parque Zoobotânico do Museu Goeldi (Avenida Magalhães Barata, nº 376, bairro São Braz)

Texto: João Cunha
Galeria de Imagens: 

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

SEDUC atua na implementação da Educação Escolar Quilombola

Projeto Educação e Etnicidade desenvolve formação de professores/as, técnicos/as e gestores/as e estudantes quilombolas em 7 municípios do Pará

Seminário de Educação Quilombola em Oriximiná
Visando contribuir para elevação do rendimento escolar de estudantes quilombolas, a Coordenadoria de Educação para Promoção da Igualdade Racial - COPIR, da Secretaria Adjunta de Ensino - SAEN, promoverá o Projeto Educação, Etnicidade e Desenvolvimento: Fortalecimento de Alunos e Alunas Quilombolas da Educação Básica.
O Estado do Pará possui mais de 400 comunidades remanescentes de quilombos presentes em um terço dos seus 144 municípios. O Pará é o terceiro estado brasileiro em número de comunidades quilombolas, ficando atrás apenas da Bahia e Maranhão. Considerando as mesorregiões do estado, há presença quilombola no em pelo menos quatro: Baixo Amazonas, Marajó, Nordeste e Metropolitana de Belém.
Em 20 de novembro de 2012 foi sancionada a Resolução nº 08 do Conselho Nacional de Educação - CNE - que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Escolar Quilombola na Educação Básica, fundamentando e direcionando a concepção de educação escolar quilombola a ser ofertada em todas as modalidades de ensino da educação básica destinado ao atendimento das populações quilombolas rurais e urbanas em suas mais variadas formas de produção cultural, social, política e econômica.
O Projeto Educação, Etnicidade e Desenvolvimento Quilombola consiste em formação continuada de profissionais da educação quilombolas ou que atuam em comunidades quilombolas, além de oficinas para estudantes abordando questões sobre identidade e fortalecimento de sua autoestima. Ressalta-se ainda, que em maio deste ano a COPIR desenvolveu em parceria com diversas Secretarias de Estado e movimentos sociais quilombolas o primeiro Seminário de Integração de Educação e Políticas Públicas em Comunidades Quilombolas, quando foram definidas diversas estratégias para a melhoria do atendimento educacional das comunidades remanescentes.
A COPIR tem apoiado os municípios que buscam atender as Diretrizes Nacionais da Educação Quilombola, como o de Oriximiná, que já organizou Seminário de Elaboração de Material Didático-Pedagógico para Educação Escolar Quilombola. Outra ação permanente da COPIR é a participação em Audiências Públicas para atendimento às comunidades, como a ocorrida na Câmara de Vereadores em São Miguel do Guamá e no barracão comunitário de Abacatal, em Ananindeua .
Neste ano de 2016, a COPIR  atenderá 07 (sete) municípios, em quatro Regiões, atendendo a 6ª, 8ª, 11ª e 20ª Unidade Regional de Educação - URE, conforme quadro abaixo: 

REGIÃO DE INTEGRAÇÃO / MUNICÍPIOS (URE's) / PERÍODO DO 1º MÓDULO 

Região do Baixo Amazonas: Almeirim (6ª URE) - 12 a 16 de setembro de setembro de 2016; 

Região Guamá: Santa Isabel do Pará (11ª URE) - 26 a 30 de setembro de 2016 / São Domingos do Capim (8ª URE) - 10 a 14 de outubro de 2016 / São Miguel do Guamá (8ª URE) - 28 de novembro a 02 de dezembro de 2016;

Região do Marajó: Cachoeira do Arari (20ª URE) - 17 a 21 de outubro de 2016 e Curralinho (13ª URE) - 17 a 21 de outubro de 2016;

Região do Rio Capim: Concórdia do Pará (11ª URE) - 26 a 30 de setembro de 2016.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Projeto Afro-Pará 2016 atenderá seis municípios

A Coordenadoria de Educação para Promoção da Igualdade Racial - COPIR, da Secretaria Adjunta de Ensino - SAEN, iniciará em setembro o Projeto Afro-Pará, que objetiva desencadear reflexões e discussões acerca das diferentes práticas pedagógicas, por meio de diálogo entre os(as) profissionais da educação no que tange às relações étnico-raciais e a implementação da Lei Nº 10.639/2003, que trata da obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-brasileira e Africana na Educação Básica.

O resultado dessas reflexões e discussões por áreas de conhecimento subsidiarão metodologias que absorvam boas e novas práticas para fundamentar ações pedagógicas relacionadas aos temas em foco, frente à realidade amazônica paraense, com respeito e valorização da diversidade cultural e regional.

A referida formação terá 120 horas certificadas e será desenvolvida em três módulos, sendo 50 horas presenciais, 30 horas presenciais em 2017 e 40 a distância através da plataforma Moodle via Centro de Formação de Profissionais de Educação Básica do Estado do Pará - CEFOR/SEDUC. Veja abaixo a lista dos municípios atendidos e o período do primeiro módulo.

REGIÃO DE INTEGRAÇÃO / MUNICÍPIOS (URE's) / PERÍODO DO 1º MÓDULO

Região do Marajó: Chaves (13ª URE) - 07 a 11 de novembro de 2016

Região do Xingu: Vitória do Xingu (10ª URE) - 17 a 21 de outubro de 2016 / Senador José Porfírio (10ª URE) 07 a 11 de novembro de 2016

Região Carajás: Eldorado dos Carajás (4ª URE) - 07 a 11 de novembro de 2016

Região do Capim: Aurora do Pará (18ª URE) - 12 a 16 de setembro de 2016

Região do Lago do Tucuruí: Novo Repartimento (16ª URE) - 07 a 11 de novembro de 2016

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Campanha "Mês da Consciência Negra 2016"



A Secretaria de Estado de Educação - SEDUC, por meio da Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial, lança a Campanha do Mês da Consciência Negra 2016, com o tema: Consciência Negra: Uma Atitude Diária”, no sentido, de viabilizar ações/projetos e atividades que as Escolas Estaduais da Rede Pública de Educação veem programando para as comemorações do Dia 20 de Novembro - Dia Nacional da Consciência Negra. 
Assim, solicitamos aos Senhores/as Gestores/as, Diretores/as, Técnicos/as e Professores/as que seja enviada para esta Coordenadoria, a programação que será desenvolvida nas escolas neste período através do e-mail: copirseduc@gmail.com, para que possamos elaborar um calendário estadual das atividades, no intuito de que haja a publicização desse momento e valorização das ações que serão desenvolvidas.

Vem aí o Mês da Consciência Negra
Diga o que sua escola vai fazer

A fim de ampliar a visibilidade e repercussão das ações relacionadas ao tema da Consciência Negra promovidas pelas escolas do Pará, a Coordenadoria de Educação para a Promoção da Igualdade Racial - Copir - solicita que as Unidades Regionais de Educação (URE's), Unidades Seduc na Escola (USE's) e Escolas encaminhem as suas atividades agendadas do Mês da Consciência Negra para o e-mail copirseduc@gmail.com.  
Propomos que respondam os seguintes itens: local (cidade e nome da escola), data do evento, nome do projeto/atividade, o que é a ação, responsáveis e contatos (telefone e e-mail).

Local (Cidade / Nome da escola)
Data / Período
Nome do Projeto / Atividade
O que é a ação
Responsáveis
Contatos







Informamos que as escolas terão até o dia 14 de outubro de 2016 para enviarem o calendário estadual.
20 de Novembro – DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, data de morte de Zumbi dos Palmares (1695) - é referência histórica de auto-organização e resistência à escravidão no Brasil, fazendo parte do calendário escolar (conforme LDB e Resolução 01/2010 do Conselho Estadual de Educação do Pará).
O objetivo da ação é fomentar a discussão das questões relacionadas à valorização da população negra, possibilitando uma reflexão da prática pedagógica frente à diversidade étnico-racial e superação das desigualdades sócio-raciais no ambiente escolar.
Aguardamos a sua colaboração!!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ensaio Fotográfico da Comunidade de ancestralidade negra - Cachoeira Porteira

 Por Kátia Simone Alves de Araújo
Especialista em Educação COPIR/SEDUC
Mestranda em Antropologia UFPA 

Este registro fotográfico procura retratar o espaço comunitário de Cachoeira Porteira. É decorrente de um período de trabalho voltado a formação continuada para professores atuantes em escolas quilombolas, em janeiro do corrente ano, sob a coordenação da Coordenadoria para Educação da Promoção da Igualdade Racial - COPIR/SEDUC, no município de Oriximiná, no Estado do Pará.
É possível registrar diferentes expressões de ancestralidade negra ao longo das margens do rio Trombetas, embora estas pareçam não compor a diversidade étnica, racial e cultural da região amazônica. Há certa invisibilidade em torno dessas comunidades, por serem ofuscadas e silenciadas por pressões econômicas, fundiárias, processos de discriminação e exclusão social.
Entretanto, a presença negra ao longo da calha do Rio Trombetas é documentada desde o começo do século XIX. A existência de “mocambos” as margens do rio se constituiu em decorrência de estratégias de resistência por homens e mulheres que viviam na condição de escravizados no período da economia colonial na região, fugitivos das fazendas de Santarém e Óbidos.
O território remanescente de quilombo de Cachoeira Porteira, está situado no alto curso do Trombetas, é composto por uma rede de parentesco e amizade com cerca de 85 famílias, que vivem da pesca, da caça, das roças, da produção de farinha de subsistência, e da extração comercial da castanha . Durante o período das águas baixas é possível visualizar as rochas dispersas em alguns trechos do rio.   
            A área é tradicionalmente ocupada e organizada ao longo de ambos os lados de uma estrada de terra batida empoeirada, com singelas edificações como: as casas de moradia, a igreja, a escola de ensino fundamental, um alojamento para os professores que não residem na comunidade e provavelmente, também, aos povos indígenas da região. 
A Cachoeira chamada Porteira aparece nos meses do verão na confluência dos rios Trombetas e Mapuera. A Porteira era um lugar estratégico para os quilombolas, e significou o primeiro “obstáculo para as expedições de captura e punição”. Assim, para romperam com sua condição social procuravam refugio nas florestas, fugiam dos cacoais, das fazendas de criar, das propriedades dos senhores estabelecidos nesta área em busca da liberdade negada pelo sistema escravista.
O futuro das populações tradicionais que vivem nessa região está atualmente ameaçado pelos projetos de construções de hidrelétricas na área da bacia do rio Trombetas. Temerosos em perderem suas terras para as barragens, lideranças de 35 comunidades quilombolas vem promovendo encontros no sentido de fortalecer e garantir seus direitos territoriais, sociais, ambientais, econômicos e culturais. Se insere nessa pauta o respeito e valorização de suas identidades, suas formas de organização e de suas diferentes instituições como a Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná (ARQMO).