EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva
quinta-feira, 13 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Apresentação do kit educativo do Projeto "A cor da Cultura" na EEEF Vereador Gonçalo Duarte
No
período de 24 a 28 de fevereiro de 2014, a Escola Estadual de Ensino
Fundamental Vereador Gonçalo Duarte, ligada a USE 4, realizou a sua
Semana Pedagógica, e dentro da programação houve um dia dedicado à
apresentação do Kit Educativo do Projeto "A Cor da Cultura" que a escola recebeu em agosto
de 2013.
O
Kit Educativo do Projeto "A Cor da Cultura" tem como objetivo apoiar a implementação da
Lei 10.639/2003, que tornou obrigatória a inclusão da História e
Cultura Afro-brasileira e Africana nos currículos dos ensinos
fundamental e médio. Este recurso é mais um aliado para os
professores e professoras da escola que há algum tempo já discutem
a Lei e buscam implementá-la no seu dia a dia, reconhecendo o
importante papel da escola no processo de eliminação das práticas
racistas em nossa sociedade, educando e respeitando a diversidade.
A
professora Maria José Martins, especialista em Educação para as Relações Etnicorracias, que participou em agosto de 2013 da Formação do Projeto "A Cor
da Cultura", no pólo de Belém, foi responsável pela apresentação do
Kit Educativo e de suas várias possibilidades no
desenvolvimento da temática no âmbito escolar.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
2º Momento presencial do Projeto "A Cor da Cultura" nos pólos do Estado do Pará
Prezados
Educadores da Rede Estadual de Ensino cursistas do Projeto “A Cor
da Cultura” nos pólos do Estado do Pará, nos municípios de
Belém, Castanhal, Parauapebas e Tucurui.
Dando
continuidade ao calendário de atividades do Projeto, informamos
que esta Coordenadoria esta articulando com o Canal Futura o 2º
momento presencial da Formação para o mês de Abril de 2014.
Contudo,
devemos relembrar o/a cursista que a
realização de atividades à distância
é obrigatória. Somente após
concretizá-las, o\a cursista terá cumprido a carga horária que o\a
habilita a receber o Certificado de Conclusão da Formação no
Projeto.
Muitos cursistas já
publicaram belíssimas atividades na Sala Camutuê e esquecido de
preencher as atividades à distância no sistema. A Sala
Camutuê é um ambiente muito importante de
socialização, pois oferece visibilidade aos trabalhos realizados.
Porém, não contabiliza como atividade
realizada. É obrigatório o preenchimento das atividades no
ambiente de gestão.
Desta
forma, solicitamos que todos os cursistas acessem o sistema
com suas senhas pessoais, preencham o cadastro socioeconômico (caso
não o tenham preenchido) e as atividades à distância.
Parabenizamos os cursistas que já
concluíram as atividades à distância e também a todos\as que já
começaram a contribuir para melhorar o desempenho do Estado do PARÁ
que ainda está baixo.
Na
oportunidade, persistimos em solicitar a colaboração e
sensibilização de todos os Gestores das USE'S e Diretores das
Escolas Estaduais participantes do Projeto, no sentido de,
implementar a aplicação da Lei 10.639/03 nos respectivos
estabelecimentos de ensino mediante as ações previstas no Projeto e
utilização do kit
educativo
com os alunos e demais indivíduos da comunidade escolar.
ATENÇÃO!!!
Os
educadores que por algum motivo não estejam cadastrados no ambiente
de gestão deverão
entrar em contato através do endereço: acordacultura@futura.org.br
ou no 0800-9411004.
Para
auxiliar os educadores no acesso ao ambiente de gestão apresentamos
as orientações abaixo:
IMPORTANTE!!! O
educador que já realizou alguma atividade na sua Escola e queira
socializar e divulgar seu trabalho em nosso blog nos envie o
material para o contato: copirseduc@gmail.com
Convite para Lançamento do Livro de Paulo Cordeiro
II Exposição Nós de Aruanda - Artistas de Terreiro
EXPOSIÇÃO NÓS DE ARUANDA
A partir do dia 7 de março de 2014, começará a segunda versão da exposição Nós de Aruanda na
galeria de arte Theodoro Braga na Fundação Tancredo Neves (CENTUR).
Assim como na primeira exposição, realizada em 2013, o projeto visa a
inserção e legitimação dos artistas de terreiro no circuito artístico de
Belém e de todo o estado do Pará.
Com realização e curadoria do Grupo de Estudos e Pesquisa Roda de Axé (GEP), essa segunda edição da exposição reúne 50 artistas de vinte terreiros,
incluindo coletivos como o AFAIA, Grupo Bambaré e o
Coletivo Corpo Sincrético que apresentam como obras: esculturas,
performances, intervenções urbanas, fotografia, música, entre outras
linguagens.
Entre
as motivações do trabalho do GEP – Roda de Axé, busca-se “a resistência
pelo direito à consciência do sagrado de Povos Tradicionais de
Terreiros de Matriz Africana no Pará em exposição coletiva, onde
esperamos contemplar a diversidade dessa produção periférica, como um
discurso afirmativo do protagonismo afro-amazônico na produção de
poéticas visuais”. E por essa razão, todo o processo de construção está
baseado no respeito à coletividade e na valorização da diversidade, bem
como o esforço em tirar do anonimato e do silenciamento, a luta de
mulheres negras e afro-religiosas, como a história de Mãe Doca, a
homenageada da exposição.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Abertas inscrições de comunicações orais nos Simpósios Temáticos da COPENE 2014.
Estão abertas inscrições de comunicações orais nos Simpósios Temáticos até o dia 10 de março de 2014.
Informações no site: www.para2014.copene.org
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A cultura afro-brasileira na escola
A Escola Estadual Dr. Pádua Costa, em Santa Bárbara do Pará, desponta no cenário educacional paraense com uma grande iniciativa de implementação da Lei 10.639, que institui o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana na Educação Básica brasileira. Por iniciativa da equipe de professores composta por Catarina Moreira (história), Marcus Vinícius Araújo (química e biologia), Miguel Fonseca (geografia) e Ana Cleide Gonçalves (L. Portuguesa), a escola promoveu no dia 20 de janeiro a sua I Conferência Escolar de Cultura Afro-brasileira com o tema "As faces do racismo: conflitos e propostas para a erradicação do racismo nas escolas".
Para a professora Catarina Moreira, na escola Pádua Costa nota-se um racismo “mascarado”, isto é, não evidenciado abertamente. Por meio de apelidos, atitudes e brincadeiras de mau gosto, nota-se que alguns estudantes revelam seus preconceitos em relação ao colega de classe, que a seu ver, é “diferente”. Essas atitudes provocam impacto negativo na vida escolar desses estudantes (tanto do 'agressor' como da 'vítima'), como exemplo, o constrangimento e a timidez para manifestar opiniões e, até mesmo, nas apresentações de trabalhos escolares, esses estudantes passam a enfrentar dificuldade de comunicação e de expressão de suas opiniões e seus conhecimentos, prejudicando assim, o rendimento.
Diante da realidade escolar e da proposta da Lei 10639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana em escolas regulares de Ensino Fundamental, e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, a escola Pádua Costa está desenvolvendo um projeto interdisciplinar de valorização da cultura afro-brasileira. O objetivo é desenvolver práticas pedagógicas de combate ao racismo e preconceito racial no ambiente escolar, promovendo eventos culturais, oficinas, conferências, palestras voltada para a temática. A ideia é revelar a formação miscigenada dos sujeitos que formam a população brasileira, nas suas práticas culturais, religiosas e valores civilizatórios. A escola também está envolvida no Projeto A Cor da Cultura, recebeu material de trabalho e apoio para aplicação das atividades de combate ao racismo e preconceito racial.
O trabalho é realizado com estudantes de classe média e baixa; como profissionais da educação, buscamos conscientizar nossos estudantes a respeito de nossas origens étnico-raciais. Nesse sentido, julgamos incorreta a afirmação de que “A diversidade étnico-racial está mais presente nas escolas públicas porque são elas que, em geral, recebem estudantes de diversas classes sociais, ainda que, em geral, haja uma maior participação de estudantes de camadas populares que, no Brasil, são majoritariamente negros”1, "acreditamos que a miscigenação é característica predominante em todo o território nacional, pois somos produtos de um mesmo processo histórico de miscigenação, nesse sentido, o estudante brasileiro, seja de escola pública ou privada, precisa reconhecer-se como oriundo desse processo, assim pretendemos contribuir com a erradicação do racismo, repensando os conceitos", diz a professora Catarina Morfeira. Segundo Rafael Gregorio2 “para historiador, escola ensina visão branca e deve resgatar papel de negros e índios na criação do País”2.
Ainda há muito a ser feito! Os principais desafios são carência de material didático que trabalhem as temáticas; necessidade de cursos de formação para o desenvolvimento das práticas interdisciplinares no âmbito do projeto.
ATIVIDADES REALIZADAS:
13 DE MAIO DE 2013
- I ENCONTRO ESCOLAR DE CULTURA AFRO-BRASILEIRA. ocorreu em 13 de maio de 2013. A proposta foi discutir abolicionismo no sentido de erradicação do racismo.
- I CONFERÊNCIA ESCOLAR DE CULTURA AFRO-BRASILEIRA. Aconteceu em 20 de janeiro de 2014, a proposta é estabelecer diálogo com grupos de cultura afro-brasileira e os estudantes da escola. Apresentações de trabalhos específicos e mostra da cultura afro-brasileira.
TEMA: “As faces do racismo: conflitos e propostas para a erradicação do racismo nas escolas”
1 1 Rodrigo Ednilson de Jesus e Juliana Batista dos Reis, disponível em: https://ufmgextensao.grude.ufmg.br/pluginfile.php/17321/mod_resource/content/6/05-02.html
2 2 http://www.acordacultura.org.br/artigos/11112013/hist%C3%B3ria-negra-escola-branca
Para a professora Catarina Moreira, na escola Pádua Costa nota-se um racismo “mascarado”, isto é, não evidenciado abertamente. Por meio de apelidos, atitudes e brincadeiras de mau gosto, nota-se que alguns estudantes revelam seus preconceitos em relação ao colega de classe, que a seu ver, é “diferente”. Essas atitudes provocam impacto negativo na vida escolar desses estudantes (tanto do 'agressor' como da 'vítima'), como exemplo, o constrangimento e a timidez para manifestar opiniões e, até mesmo, nas apresentações de trabalhos escolares, esses estudantes passam a enfrentar dificuldade de comunicação e de expressão de suas opiniões e seus conhecimentos, prejudicando assim, o rendimento.
Diante da realidade escolar e da proposta da Lei 10639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana em escolas regulares de Ensino Fundamental, e das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, a escola Pádua Costa está desenvolvendo um projeto interdisciplinar de valorização da cultura afro-brasileira. O objetivo é desenvolver práticas pedagógicas de combate ao racismo e preconceito racial no ambiente escolar, promovendo eventos culturais, oficinas, conferências, palestras voltada para a temática. A ideia é revelar a formação miscigenada dos sujeitos que formam a população brasileira, nas suas práticas culturais, religiosas e valores civilizatórios. A escola também está envolvida no Projeto A Cor da Cultura, recebeu material de trabalho e apoio para aplicação das atividades de combate ao racismo e preconceito racial.
Ainda há muito a ser feito! Os principais desafios são carência de material didático que trabalhem as temáticas; necessidade de cursos de formação para o desenvolvimento das práticas interdisciplinares no âmbito do projeto.
ATIVIDADES REALIZADAS:
13 DE MAIO DE 2013
- I ENCONTRO ESCOLAR DE CULTURA AFRO-BRASILEIRA. ocorreu em 13 de maio de 2013. A proposta foi discutir abolicionismo no sentido de erradicação do racismo.
- I CONFERÊNCIA ESCOLAR DE CULTURA AFRO-BRASILEIRA. Aconteceu em 20 de janeiro de 2014, a proposta é estabelecer diálogo com grupos de cultura afro-brasileira e os estudantes da escola. Apresentações de trabalhos específicos e mostra da cultura afro-brasileira.
TEMA: “As faces do racismo: conflitos e propostas para a erradicação do racismo nas escolas”
1 1 Rodrigo Ednilson de Jesus e Juliana Batista dos Reis, disponível em: https://ufmgextensao.grude.ufmg.br/pluginfile.php/17321/mod_resource/content/6/05-02.html
2 2 http://www.acordacultura.org.br/artigos/11112013/hist%C3%B3ria-negra-escola-branca
Texto Com informações de Catarina Moreira
Fotos: Divulgação/Escola
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Como podemos classificar a violência escolar?
Uma delas e talvez a principal é a não inclusão e a dificuldade de tratar a diversidade como tema cotidiano.
Aplicar a Lei 10.630/03 é formalizar a inclusão e diversidade e talvez este seja o caminho mais seguro para a participação de alunos que se sintam excluídos.
Um texto interessante que pode despertar um bom debate.

EDUCADORES TÊM CONHECIMENTO LIMITADO DO ECA, DIZ PESQUISADOR
Os primeiros resultados indicam que parte dos professores compreende o estatuto como “excessivamente liberal”, “facilitador da conduta desregrada e indisciplinada” do aluno em sala de aula, “impedindo a tomada de medidas punitivas e disciplinares”. Outros acreditam que o estatuto é “adequado e até avançado em relação à prevenção da violência contra crianças e adolescentes, o problema seria ele ser posto em prática”.Visitar A Cor da Cultura em: http://acordacultura.ning.com/?xg_source=msg_mes_network
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