PROGRAMAÇÃO 20 de novembro de 2012
EXPOSIÇÃO "ÁFRICA: OLHARES CURIOSOS", Hilton Silva
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
CONVITE DE 10 ANOS DO GEAM
Prezados e prezadas,
As inscrições podem ser feitas enviando Nome completo, E-mail e telefone para o e-mail afroamazonico@gmail.com ou na Casa Brasil-Africa!
Atenciosamente ,
As inscrições podem ser feitas enviando Nome completo, E-mail e telefone para o e-mail afroamazonico@gmail.com ou na Casa Brasil-Africa!
Atenciosamente ,
Coordenadoria do Grupo de Estudos Afro-Amazônico
Oficina de Jogos Africanos movimenta cotidiano escolar nas Comunidades Quilombolas de Passagem e Murumuru
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| Alunos (as) da EMEFM Dom Pedro II na Comunidade Quilombola de Passagem em Monte Alegre |
De 05 a 09 de novembro
aconteceu nos Municípios de Monte Alegre e Santarém, nas
comunidades de Passagem e Murumuru, respectivamente, a 2ª fase do
Projeto Educação,
Etnicidade e Desenvolvimento: Fortalecimento de Negros e Negras
Quilombolas na Educação Básica.
Nesta fase a meta do
Projeto seria envolver nas Oficinas Técnicas diretamente 50 alunos
(as) em cada Comunidade, contudo em cada Comunidade acredita-se
termos alcançado mais de 100 à 150 alunos (as) a partir do 4º ano
dos ensinos fundamental e médio.
As Oficinas de Jogos
Africanos ministradas pelo Prof. Guilherme Piedade, da EEEFM Padre
Francisco Berton, agitaram o ambiente Escolar e a Comunidade ao entorno,
contribuindo para integração entre a Escola e a Comunidade
envolvida no Projeto. "Em Monte Alegre na Comunidade Quilombola de
Passagem o interesse dos alunos foi tão grande que encerrada a
Oficina na Escola logo se formava um pequeno grupo para treinar os
jogos na casa em que eu estava hospedado", conta o Prof. Guilherme.
A dinâmica e
complexidade dos jogos africanos de tabuleiro despertaram a
curiosidade e o interesse dos alunos(as) quilombolas que por
meio da ludicidade tiveram aproximação com a cultura afro-brasileira e africana. As variações didaticamente divididas em
kalah 1, kalah 2 e oware da família mancala, yoté na versão
adaptada pelo MEC, jogo da onça de origem indígena dentre outros
foram trabalhados nas oficinas.
| O jogo da onça construído com materiais reciclados |
| Torneio de Mancala na EMEFM Dom Pedro II |
| YOTÉ na versão do MEC |
As
oficinas atingiram o objetivo proposto pelo Projeto quanto ao
fortalecimento
curricular e elevação da auto-estima
dos alunos(as) valorizando a sua representação social enquanto
quilombola, proporcionando subsídios de reconhecimento de sua
identidade étnica, apontando para (re)construção de laços de
afetividade coletiva e cooperando para elevação do sentimento de
pertença à comunidade e de comprometimento com sua historicidade.
Para
a realização das Oficinas a Equipe Técnica da COPIR contou com o
apoio da
Gestora da 5ª URE-PA, as Secretarias Municipais de Educação dos
Municípios, responsáveis técnicas das escolas EMEFM DOM PEDRO II
e EMEFM AFRO-AMAZÔNIDAS, bem como, lideranças das Associações das
Comunidades Quilombolas de Passagem e Murumuru.
Semana da Consciência Negra nas escolas do Pará
A Semana da Consciência Negra nas escolas do Pará está riquíssima de atividades. Participe!!!
QUADRO DE AÇÕES DA SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA-2012
PARCEIROS
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TEMA
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PERÍODO
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MUNICÍPIO
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INFORMAÇÕES
ADICIONAIS
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SESC
DOCA
|
MOSTRA
FOTOGRÁFICA “Quilombolas: Lugar e Identidade de um Povo”
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09 à 22/11 |
Belém
Espaço
Cultural Sesc Doca, localizado da Rua Senador Manoel Barata, 1873.
|
Comunidades
quilombolas de Macapazinho e Abacatal, em Ananindeua
|
ASSOCIAÇÃO
PARAENSE DA CULTURA REGGAE
|
Apresentação cultural com musica, dança e mobilização | 25/11 |
Belém
Praça
da República
De
9h às 13h
|
-Dj Ras Margalho
(reggae)
-
Banda More Fyah (reggae)
-
Banda Trilha do Canal (rap)
-
Grupo de Dança Tambor da Amazônia (carimbó) |
Fundação
Curro Velho
|
Saravá | 20 a 23/11 |
Belém
Sede
do Curro velho
Casa
da Linguagem
|
-
Performance
-
Exposições
-
Mostra de filmes
-
Sarau negro
|
20 de Novembro – DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA, data de morte de Zumbi dos Palmares (1695) - é referência histórica de auto-organização e resistência à escravidão no Brasil, fazendo parte do calendário escolar (conforme LDB e Resolução 01/2010 do Conselho Estadual de Educação do Pará).
O objetivo da Semana é fomentar a discussão das questões relacionadas à valorização da população negra, possibilitando uma reflexão da prática pedagógica frente à diversidade étnico-racial e a redução/eliminação das desigualdades sócio-raciais no ambiente escolar.
Não fique de fora!!!
Não fique de fora!!!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Cultura quilombola é tema de mostra fotográfica em Belém
Pesquisadora Arlete Soed reúne imagens de comunidades negras do Pará. Em cartaz do dia 9 a 22 de novembro, no Sesc Doca.
Do G1 PA
Exposição retrata o cotidiano de comunidades quilombolas no Pará. (Foto: Divulgação/ Arlete Soed)
A pesquisadora Arlete Soed Paredes expõe a mostra individual de
fotografia “Quilombolas. Lugar e Identidade de um Povo”, em cartaz a
partir de 9 de novembro no Sesc Doca.
A artista reuniu imagens que são o resultado de suas vivências nas
comunidades quilombolas de Macapazinho e Abacatal, em Ananindeu. As
imagens revelam aspectos sociais e culturais dos povos negros: a
capoeira, a dança, os jogos, as religiões e suas atividades de
subsistência.
Serviço:
“Quilombolas: Lugar e Identidade de um Povo”, exposição de fotografias de Arlete Soed. Vernissage dia 9 de novembro, às 19h. Visitação até 22 de novembro, de 16h às 20h, no Espaço Cultural Sesc Doca, localizado da Rua Senador Manoel Barata, 1873. Entrada franca.
Contatos: (91) 4005-9518.
“Quilombolas: Lugar e Identidade de um Povo”, exposição de fotografias de Arlete Soed. Vernissage dia 9 de novembro, às 19h. Visitação até 22 de novembro, de 16h às 20h, no Espaço Cultural Sesc Doca, localizado da Rua Senador Manoel Barata, 1873. Entrada franca.
Contatos: (91) 4005-9518.
Coleção "Percepção da diferença"
A coleção Percepções da Diferença: Negros e brancos na escola é destinada a professores da educação infantil e do ensino fundamental. Seu intuito é discutir de maneira direta e com profundidade alguns temas que constituem verdadeiros dilemas para professores diante das discriminações sofridas por crianças negras de diferentes idades em seu cotidiano nas escolas.
Diferenciar é uma característica de todos os animais. Também é uma característica humana muito forte e muito importante entre as crianças, mesmo quando são bem pequenas, na idade em que freqüentam creches e pré-escolas e começam a conviver com outras observando que não são todas iguais.
Mas como lidar com o exercício humano de diferenciar sem que ele se torne discriminatório? O que fazer quando as crianças se dão conta da diferença entre a cor e a textura dos cabelos, os traços dos rostos, a cor da pele? Como evitar que esse processo se transforme em algo negativo e excludente? Como sugerir que as crianças brinquem com as diferenças no lugar de brigarem em função delas?
Os 10 volumes que compõem a coleção Percepções da Diferença chamam a atenção para momentos em que a diferenciação ocorre, quando se torna discriminatória, e sugerem formas para lidar com esses atos de modo a colaborar para que a auto-estima e o respeito entre crianças sejam construídos.
Os autores discutem conceitos e questionam preconceitos. Fazem sugestões de como explorar as diferenças de maneira positiva, por meio de brincadeiras e histórias, e de leituras que possam auxiliá-los a aprofundar a reflexão sobre os temas, caso desejem fazê-lo.
Para compor a coleção convidamos especialistas e educadores de diferentes áreas. Cada volume reflete o ponto de vista do autor ou da autora de modo a assegurar a diversidade de pensamentos e abordagens sobre os assuntos tratados.
Desejamos que a leitura seja prazerosa e instrutiva.
Gislene Santos
NEINB - Núcleo de Apoio à Pesquisa em Estudos Interdisciplinares Sobre o Negro Brasileiro
USP
Conheça os livros da coleção:
| Professora, não quero brincar com aquela negrinha! | Eles têm a cara preta! |
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Participe da enquete da UFPA, vote na igualdade racial
Nas redes a campanha está se intensificando para a escolha de "Direitos humanos e igualdade racial" para tema norteador da PROEG e PROEX da Universidade Federal do Pará. Vote você também (aqui).
| Escolha o tema norteador das ações promovidas pelas Pró-Reitoria de Ensino e Graduação/PROEG e a Pró-Reitoria de Extensão/PROEX em 2013 | ||||||||
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Encontro musical Brasil e África é a atração da 10ª edição do Festcineamazônia
Princezito e Rufino fazem show de encerramento com músicas regionais e africanas
Eliakin Rufino e Princezito fazem encontro musical no Festcineamazônia
O músico africano Carlos
Alberto Sousa Mendes, conhecido por Princezito e o amazônida Eliakin
Rufino são as atrações musicais da 10ª edição do Festival
Latinoamericano de Cinema e Video – Festcineamazônia, realizado de 6 a
10 de novembro.
O
encontro musical que acontece no Teatro Banzeiros vai encerrar o evento
dos dez anos. Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor,
estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano)
em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios
populares.
Já Rufino é poeta, cantor,
escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz
shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e
diversos países há mais de 20 anos.
O
Festcineamazônia tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal, Ministério
da Cultura através da Lei Rouanet, Secretaria do Audiovisual, apoio
cultural do Centro Técnico Audiovisual – CTAv e Governo de Rondônia
através da Secretaria dos Esportes, da Cultura e do Lazer - SECEL.
Rede sociais - Facebook: www.facebook.com/Festcineamazonia e twitter: @cineamazonia
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